terça-feira, 3 de março de 2015




João Chagas pintado por Columbano
Museu Soares dos Reis
Voltando a recordar João Chagas


Com abraços apertados de gratidão para o António Valdemar e para o Amadeu Gonçalves que tanto me têm ajudado na manutenção do blogue

Conversando com dois bons amigos, o António Valdemar e
o Amadeu Gonçalves - em 27 de Setembro de 2010, na
Academia Nacional de Belas Artes



 
Tenho estado a ler a "História de Portugal - Dos tempos pré-históricos aos nossos dias", uma colecção de 20 volumes organizada por João Medina.
Transcrevo o texto que o historiador João Medina redigiu com o título - "João Chagas entre dois ditadores", e recordo as páginas do Diário de João Chagas, escritas há 100 anos!
 
 






 
 
 








Caricatura de João Chagas desenhada por
Sanches de Castro





Arquivo Científico Tropical - Repositório Digital

Arquivo Científico Tropical - Repositório Digital








domingo, 1 de março de 2015





Passos Manuel
Gravura de Francisco António
da Silva Oeirense
PASSOS MANUEL
"Foi a Revolução de Setembro que deu ao Porto a sua Academia Politécnica e a sua Escola Médica. Foi o movimento liberal da regeneração que o doutou com o seu Instituto Industrial e Comercial. E foi o Código Administrativo descentralizador de 1878 que lhe proporcionou os meios para construir a sua Escola Normal. Agora é a República que ergue nesta cidade, em meio de uma florescência de fundações e melhoramentos escolares, o seu primeiro edifício para liceu. Tanto é certo que só as instituições liberais são fecundas. E só elas, que vivem do desenvolvimento da razão pública, servem fielmente a causa da educação nacional. Como o absolutismo, a monarquia constitucional caiu não só pelo progresso social da nação, mas também pela falência das classes dirigentes. Urgia, pois prepará-las de novo. Por isso, o grande Passos Manuel criou liceus onde elas fossem receber a educação geral do seu tempo, e tem agora a República de tomar a peito, com o maior empenho, o fortalecimento do nosso ensino secundário, que tanto precisa ainda de reforma salutares, a começar pela sua sólida ampliação às nossas classes médias, núcleo poderoso da sociedade portuguesa, que só pela instrução pode ser valorizado como merece. Confio, meus senhores, em que a glorificante recordação histórica que venho hoje aqui evocar, lançando a primeira pedra desta construção liceal, orientará para sempre progressivamente o espírito patriótico dos seus professores e alunos." - Bernardino Machado  - Na cerimónia do lançamento da primeira pedra para o edifício do Liceu de Alexandre Herculano, no Porto, em 31 de Janeiro de 1916 - Texto dactilografado - Museu Bernardino Machado -  Obras II - Pedagogia Tomo 3
 
 
 
Com um apertado abraço para o António Valdemar - Da Academia das Ciências de Lisboa e Ex-Presidente da Academia Nacional de Belas Artes

Passos Manuel e o Panteão

Fui alertado pelo jornal "O Mirante" sobre a situação atual em que se encontra o processo de trasladar os restos mortais de Passos Manuel para o Panteão da Igreja de Santa Engrácia !

A Academia Nacional de Belas Artes deve  retomar a proposta apresentada em 2011 e que foi rejeitada "por falta de verba"...










                    
"O Panteão Nacional de Portugal está instalado em Lisboa, na Igreja de Santa Engrácia, e em Coimbra, na Igreja de Santa Cruz.
Criado por Decreto de 26 de setembro de 1836, o Panteão Nacional destina-se a homenagear e a perpetuar a memória dos cidadãos portugueses que se distinguiram por serviços prestados ao País, no exercício de altos cargos públicos, altos serviços militares, na expansão da cultura portuguesa, na criação literária, científica e artística ou na defesa dos valores da civilização, em prol da dignificação da pessoa humana e da causa da liberdade
.                      

                                         
A decisão de "panteonizar" ilustres figuras portuguesas não é recente. Em 1836, o então ministro Passos Manuel decreta a edificação de um Panteão Nacional mas sem local ainda escolhido. O objetivo na época seria dignificar os heróis que se sacrificaram na Revolução de 1820 e reerguer a memória coletiva para grandes homens entretanto caídos no esquecimento, como Luís de Camões. Para a memória coletiva dos portugueses, no entanto, o Mosteiro dos Jerónimos, o Mosteiro da Batalha ou mesmo São Vicente de Fora (com os sepultamentos de muitos dos Bragança e dos cardeais-patriarcas de Lisboa) permaneceram durante muito tempo como os verdadeiros panteões portugueses do que aquele que viria a ser definido oficialmente mais tarde."  -  Da Wikipédia



Legislação:









 

Atividade Parlamentar e Processo Legislativo
Comissão de Educação, Ciência e Cultura
 
Audição Parlamentar Nº 16-CECC-XII

Assunto: Solicitam ao abrigo das disposições legais e institucionais, a tumulização, no Panteão Nacional de Santa Engrácia de Passos Manuel

quarta-feira, 25 de fevereiro de 2015





Um texto de António Sérgio sobre a Grande Guerra

Da revista "A Águia" - Fevereiro de 1915













 
 
 
 
 
 
 

terça-feira, 24 de fevereiro de 2015





 
 
 
 












Ciclo de Conferências 2015:

Portugal na I Guerra Mundial

 
 
27 de Fevereiro a 11 de Dezembro de 2015
Entrada Gratuita
Entrega de Certificado de presença
Número do Registo de Acreditação:  
CCPFC/ACC 81235/15
Creditação da Formação: Portugal na I Guerra MundialDestinatários: Professores dos grupos 200, 300, 400, 410, 420 e 430
Nº de créditos: 0,5



Ficha de Inscrição para Creditação da Formação - PDF Download »

Enviar devidamente preenchido por e-mail ou correio para os seguinte contactos:
Centro de Formação Científica
Escola Secundária Camilo Castelo Branco
Rua Padre Benjamim Salgado |
4760-412 V. N. Famalicão
Telef. 252 501 398
Fax. 252 501 397
Email: cf@esccb.pt


Museu Bernardino Machado
Rua Adriano Pinto Basto, n.º 79
4760-114 Vila Nova de Famalicão
Telef. 252 377 733
E-mail: museu@bernardinomachado.org



Programa


Título: As causas, efeitos e controvérsias da participação de Portugal na 1ª Grande Guerra
Conferencista: Coronel Aniceto Afonso
Data: 27 Fevereiro
Hora: 21h30
Local: Museu Bernardino Machado


Título: A União Sagrada e a 1ª Guerra Mundial
Conferencista: Prof. Doutor Luís Farinha
Data: 20 Março
Hora: 21h30
Local: Museu Bernardino Machado


Título: O papel de Brito Camacho e dos unionistas perante a Guerra
Conferencista: Prof. Doutora Fernanda Rollo
Data: 17 Abril
Hora: 21h30
Local: Museu Bernardino Machado


Título: Sidónio, o Sidonismo e a I Guerra Mundial
Conferencista: Prof. Doutor Armando Malheiro
Data: 8 Maio
Hora: 21h30
Local: Museu Bernardino Machado


Título: Martírio e glória do Corpo Expedicionário Português (1914-1918)
Conferencista: Coronel Luís Alves de Fraga
Data: 26 Junho
Hora: 21h30
Local: Museu Bernardino Machado


Título: O operariado perante a I Guerra Mundial
Conferencista: Prof. Doutora Joana Pereira
Data: 18 Setembro
Hora: 21h30
Local: Museu Bernardino Machado


Título: A imprensa médica e a I Guerra Mundial
Conferencista: Prof. Doutora Mª de Fátima Nunes
Data: 16 Outubro
Hora: 21h30
Local: Museu Bernardino Machado


Título: A Guerra e a literatura infantil
Conferencista: Dr. Augusto Monteiro
Data: 11 Dezembro
Hora: 21h30
Local: Museu Bernardino Machado







 




    
 

segunda-feira, 23 de fevereiro de 2015






Bernardino Machado no Brasil  -  1912/14
(continuação)

Uma oferta do Dr. Emílio Ricon Peres, que abraço com gratidão !