sábado, 26 de junho de 2010



Encontrei, na correspondência de meu Pai, este postal enviado de Famalicão por meu tio Inácio para as termas do Gerez, em Setembro de 1912.


Para a colecção do Dr. Amadeu Gonçalves, estudioso famalicense, da equipa do Museu Bernardino Machado, e que acaba de me enviar cinco desenhos, retirados do jornal "O Mundo", referentes à noite de 18 de Junho de 1907.
No meu blogue de 14 de Dezembro, transcrevi o discurso que Bernardino Machado proferiu no Centro Eleitoral Democrático de Lisboa, e que intitulou - "Depois da noite de 18 de Junho", reproduzindo também fotografias da Ilustração Portuguesa.
Estes primorosos desenhos transmitem-nos bem o que se teria passado.


Desenhos dos jornais "O Mundo", de 19 e 20 de Junho de 1907, mostrando as violências cometidas sobre a população de Lisboa quando da chegada de João Franco, vindo do Porto.




sexta-feira, 25 de junho de 2010



Alocução proferida por Bernardino Machado no funeral de Alberto Costa (Pad Zé)


No funeral de Alberto Costa, no cemitério dos Prazeres, falaram Bernardino Machado, Alexandre Braga, José de Abreu, Calos Olavo, Agostinho Fortes, Campos Lima e França Borges. Reproduzimos do livro "Pela República - 2º volume" a alocução de Bernardino Machado.











Notícia do funeral de Alberto Costa na revista "Ilustração Portuguesa", nº143, de 16 de Novembro de 1908 (Clichés de Benoliel)






Descrição do funeral de Alberto Costa no diário "Vanguarda" de 6 de Novembro de 1908




quinta-feira, 24 de junho de 2010

Hermínio, Celso, 1871-1904, ed. com.; Martins, Tito, 1868-1946, ed. com.; Pina, Augusto, 1872-1938, ed. com.
Existências: A. 1, n. 1 (7 Jul. 1894)-a. 2, n. 39 (9 Maio 1895)






quarta-feira, 23 de junho de 2010




Museu da Guarda
Exposição Carolina Beatriz Ângelo
Intersecções dos sentidos/palavras, actos e imagens









Para comemorar os cem anos da criação da cadeira de antropologia (1885-1985), introduzida no ensino universitário por Bernardino Machado, foi inaugurada, no dia 2 de Julho de 1985, uma exposição no Instituto de Antropologia da Universidade de Coimbra e descerrado um medalhão com a efígie de Bernardino Machado


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A presença de alguns familiares de Bernardino Machado, no dia do descerramento do medalhão
comemorativo do centenário da criação da cadeira de Antropologia
Da esquerda para a direita - Bernardino Machado (filho), António Barros Machado (neto) , Manuela Machado Sá Marques (neta), Dora Barros Machado (neta), Domingos Machado (filho), José Machado Sá Marques (neto), Júlio Machado Vaz (neto), Maria Clara Machado Vaz (neta), Bernardino Machado Vaz (neto), José Peres Machado (neto)


Diário de Notícias de 7 de Julho de 1985




terça-feira, 22 de junho de 2010





Bernardino Machado e Arthur Loiseau



























Transcrição das primeiras páginas do livro - "Histoire de la Littérature Portugaise" - de Arthur Loiseau






domingo, 20 de junho de 2010





Teófilo Braga e Bernardino Machado

Texto de Teófilo Braga integrado no jornal "Vanguarda", do dia 29 de Julho de 1907, que relatava a Homenagem prestada a Bernardino Machado no dia anterior em Lisboa, para onde veio residir, após o seu pedido de exoneração de Professor da Universidade de Coimbra, como consequência da Greve Académica.








Documento do Dia





sexta-feira, 18 de junho de 2010



José Saramago

Acabo de ler o que o Dr.Amadeu Gonçalves escreveu no blogue -
- literatura&filosofia, sobre a morte de José Saramago. Pouco tempo antes tinha registado a frase da Vitória Maria: - "Que saudades de quem me reconciliou com a literatura!"










Biblioteca Municipal Eduardo Lourenço - Guarda - http://www.bmel.pt/


Nasceu em Prova, concelho da Meda, mas cedo parte para o Porto à procura de emprego. Ainda jovem emigra para o Brasil, já marcado com as ideias, então em voga, da defesa de causas sociais e políticas, nomeadamente as do republicanismo. Neste país inicia a sua actividade jornalística, assistindo à proclamação da República Federativa do Brasil, em 1889, e toma parte activa na questão da escravatura que estava em discussão na sociedade brasileira. Regressa à Guarda por motivos de saúde, à procura da cura para a tuberculose de que padecia. Funda o jornal O Combate, em 1906, defensor da Ideia Republicana em Portugal, ainda sob o regime monárquico, o qual será um palatino do ideal que defende, combatendo ferozmente os opositores políticos e a própria Igreja Católica. Este jornal, publicado até 1931, reflecte a sua visão pessoal, as ideias e o pensamento de uma luta entre a política monárquica e a republicana num estilo panfletário. Publica também poesia, lírica e sentimental, ou textos do género epistolar, sendo este último caso um veículo para transmitir ideias polémicas e bairristas.




quinta-feira, 17 de junho de 2010




A propósito da próxima inauguração da exposição POVO, de que acabo de receber o cartaz, transcrevo tres páginas do livro de António Ramos de Almeida - "O Pensamento Activo de Bernardino Machado".