terça-feira, 16 de junho de 2015





O SIDONISMO   -  1

Para a Rita, com muitos beijos do Pai !







1917
15 de Dezembro  -  Bernardino Machado é obrigado a deixar Portugal
16 de Dezembro  -  Chega a Madrid acompanhado pelas suas filhas Jerónima Rosa e Maria Francisca.


Da revista de Madrid  -  "Hojas Selectas" - Janeiro de 1918  -  nº, 193



Da revista madrilena 
5.01.1918 - nº. 210




Do jornal de Madrid  -  "La Nacion"  -  18.12.1917



Do jornal de Madrid  -  "El Dia"   -  23.01.1918
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Desenho de ALBERTO DE SOUZA


Do jornal "Vanguarda" de 20 de Julho de 1907






sábado, 13 de junho de 2015




Da "CASA COMUM" - Espólio "Família Machado Sá Marques"







logo

Assunto: Felicita Bernardino Machado pela assinatura do "Modus Vivendi" com a França, pelos benefícios resultantes para a indústria de conservas de peixe. Refere ter mencionado o assunto no jornal "O Século" em 24.AGO.1905, e que o jornal tomou a iniciativa de fazer uma campanha, de tal forma que os industriais, em OUT.1905, realizaram o Congresso dos fabricantes de Conservas de Portugal, organizado pelo sindicato dos fabricantes de conservas de peixe de Setúbal.






sexta-feira, 12 de junho de 2015

quinta-feira, 11 de junho de 2015








 
No passado dia 5 estive no Museu Bernardino Machado para visitar a exposição - "Recortes da Primeira Grande Guerra" e participar na cerimónia do lançamento do nono volume das Obras Completas de Bernardino Machado.





Um abraço apertado de gratidão ao Dr. Amadeu Gonçalves
que gentilmente me facultou a publicação das fotografias !



















O Professor Doutor Norberto Ferreira da Cunha, Coordenador
Científico do Museu Bernardino Machado e o Dr. Nelson Pereira,
 Vereador da Cultura e Turismo da Câmara Municipal de
Famalicão, representando o Presidente Dr. Paulo Cunha






Agradecendo à Autarquia e ao Museu !




quinta-feira, 4 de junho de 2015







Com a devida vénia, transcrevemos o blogue - dopresente - de ontem (3 de Junho de 2015)




"Recortes da I Grande Guerra"





"A exposição “Recortes da I Grande Guerra”, organizada pelo Museu Bernardino Machado de V. N. de Famalicão (cuja inauguração será no próximo dia 5 de Junho pelas 21h30) é constituída por fotografias, documentos, entrevistas, recortes de imprensa, manuscritos e textos dactilografados, bilhetes e cartões-postais, percorrendo a dimensão cívica e pública de Bernardino machado enquanto Chefe de dois Governos (1914) e como Presidente da República (1915-1917). Pretende-se com a exposição “Recortes da I Grande Guerra” uma dinâmica original, isto é, mais do que mostrar e patentear documentos já conhecidos, relativamente à exposição organizada em 2009 “Bernardino Machado e a I Grande Guerra” (exceptuando um caso ou outro, como é com Verdun, na sua imagem simbólica e com documentação nova), perfilhou-se expor documentos originais do arquivo pessoal de Bernardino Machado à guarda do Museu que tem o seu nome e do Município de V. N. de Famalicão.


Desta forma, o primeiro quadro da exposição “Recortes da I Grande Guerra” abrange os governos de Bernardino Machado, realçando-se as sessões parlamentares de 7 de Agosto e de 23 de Novembro de 1914, nas quais se tomaram então as medidas necessárias para a intervenção de Portugal na I Grande Guerra ao lado dos Aliados, passando pelas polémicas institucionais (caso do telegrama de João Chagas, enquanto Ministro da Legação de Portugal em Paris), destacando-se igualmente o discurso manuscrito de Bernardino Machado na partida da primeira expedição para África. Por seu turno, enquanto que o segundo quadro faz referência ao Pimentismo (aqui se destacando indiscutivelmente os manuscritos inéditos de Bernardino Machado sobre Pimenta de Castro e a Revolução de 14 de Maio de 1915 (publicados agora na “Obra Política”, T. V), o terceiro quadro abarca documentação referente à actividade presidencial, destacando-se aqui a actividade diplomática com a imprensa estrangeira, principalmente França e Inglaterra. Neste caso, realça-se a publicação do jornal inglês “The Times” e a sua “History and Encyclopaedia of the War”, de Outubro de 1916, cujo número é dedicado na íntegra a Portugal, com a fotografia de Bernardino Machado na capa. O destaque vai também para os discursos manuscritos de Bernardino Machado referente às “Colónias” e a um outro com o título “Pátria e Exército”; as fotografias referentes ao Governo da União Sagrada, assim como a Sessão Extraordinária do Governo da República, na qual se declara guerra à Alemanha, em 10 de Março de 1916. Indiscutivelmente, que o quarto quadro surge na sequência do último, já que diz respeito à viagem presidencial de Bernardino Machado: Espanha, França, Bélgica e Inglaterra e recebido pelas mais altas individualidades. O destaque aqui vai para a reportagem fotográfica do fotógrafo presidencial Joseph Benoliel, assim como a reportagem jornalística do repórter presidencial Almada Negreiros, ou o documento oficial do Rei Jorge V a conceder a Bernardino Machado a “Grand Cross (Civil Division) of the Older the Bath”. Paralelamente, o quarto quadro será composto por fotografias aliadas à guerra, tais como a destruição de Ypres em vista área, por exemplo, ou dos soldados portugueses em exercícios, de instituições jornalísticas e oficiais como, por exemplo, Alfieri Picture Service, The Central Press Photos ou Topical Agency Press. Realça-se a curiosíssima e raríssima colecção de cartões-postais  de uma colecção editada pela empresa de Barcelona Chocolates Jame Box, com referências ilustrativas às expedições africanas, do ilustrador Chantecler. O sexto quadro, referente ao I Exílio de Bernardino Machado (1917-1919), é composto particularmente pelos seus manifestos contra o sidonismo, apresentando-se os manuscritos, os textos dactilografados e o caso exemplar das provas tipográficas “Aus Alliés”. Finalmente, enquanto que no sétimo quadro se fará referência ao Tratado de Paz, no oitavo, por seu turno, faz-se referência ao C. E. P., à imagem dos soldados portugueses no estrangeiro, às instituições de solidariedade social (caso da Cruzada das Mulheres Portuguesas), os momentos de propaganda, o regresso, o “Livro Branco” ou a problemática da pena da morte. Estes dois últimos quadros terão documentos, recortes de imprensa e monografias (por exemplo, as provas tipográficas que Ana de Castro Osório então enviou a Bernardino Machado, Presidente da República, para o Governo subsidiar a publicação do livro “Em Tempo de Guerra: aos homens e às mulheres do meu país”, 1917)."
Amadeu Gonçalves






quarta-feira, 3 de junho de 2015










 
 

 
O presente volume continua a publicação da Obra Politica de Bernardino Machado. Contém as suas intervenções políticas, desde o Governo de Vítor Hugo de Azevedo Coutinho (meados de Dezembro de 1914 a fins de janeiro de 1915) até Junho de 1919 (quando voltou do seu exilio em Paris). Nesta obra podem ler-se as suas intervenções no Senado (e a sua polémica com Afonso Costa), a sua luta indomável, pela... escrita, contra a ditadura de Pimenta de Castro, a atitude discreta que teve enquanto foi Presidente da República (5 de Outubro de 1915 a 7 de Dezembro de 1917), a sua campanha internacional contra a Ditadura Sidonista, as notáveis críticas que lhe fez, em especial à sua política externa e à condescendência dos Aliados (sobretudo a Inglaterra), para com ele e, por fim, as suas céticas considerações sobre os tempos políticos pós-sidonistas e os seus fundados receios de que a República estivesse num processo agónico irreversível.
 
 



terça-feira, 2 de junho de 2015







Alberto de Souza
 
Recordar Alberto de Souza com um desenho sobre uma reunião da Liga Republicana das Mulheres Portuguesas e com uma conferência de António Valdemar 











Ana Maria Gonçalves Dias // Ana de Castro Osório // Rita Dantas Machado
[O Mundo, 07/03/1910,  p. 1]


Desenho de Alberto de Souza retirado do blogue do Doutor João Esteves  -  Silêncios e Memórias 

João Esteves
 
 
 
 
Hemeroteca Municipal de Lisboa  - Alberto de Souza (1881-1961): Os Rostos da República na Imprensa da Época - Conferência apresentada por António Valdemar (Recensão crítica, por Maura Pessoa)
 
António Valdemar