domingo, 24 de janeiro de 2016


 AR aprova reposição de feriados       

Portugal: AR aprova reposição de feriados
 A Assembleia da República repôs os quatro feriados suprimidos pelo anterior executivo, de Pedro Passos Coelho, em 2013. Este ano voltam a ser feriados o 5 de outubro, 1 de novembro, 1 de dezembro e o Corpo de Deus, feriado móvel, celebrado este ano a 26 de maio. A medida foi aprovada com os votos a favor do PS, PCP, Bloco de Esquerda, Verdes e PAN e a abstenção do PSD e CDS

Governo anuncia reposição de quatro feriados já este ano

Feriados civis e religiosos serão repostos e ao mesmo tempo, garantiu hoje o ministro dos Negócios Estrangeiros. O dia do Corpo de Deus, que este ano se festeja a 26 de Maio, será o primeiro.
Governo anuncia reposição de quatro feriados já este ano
26 de Maio, 1 de Novembro, 5 de Outubro e 1 de Dezembro. Os quatro feriados suprimidos em 2013 vão mesmo ser repostos este ano. A garantia foi dada esta manhã por Augusto Santos Silva, ministro dos Negócios Estrangeiros.
“Os feriados religiosos serão repostos ao mesmo tempo que os feriados civis”, disse o ministro, à margem da sessão de abertura do Seminário Diplomático, que decorre hoje em Lisboa.
Em declarações aos jornalistas, o governante recorda que a reposição dos feriados civis este ano consta do programa do Governo e, como tal, "não faria sentido que não se repusesse ao mesmo tempo os feriados religiosos".
O Parlamento vai discutir esta sexta-feira várias iniciativas legislativas que têm em vista a reposição dos feriados civis (5 de Outubro e 1.º de Dezembro).
No caso dos feriados religiosos (Corpo de Deus e Todos os Santos), esta reposição não acontece por via parlamentar, porque “envolve uma negociação entre dois Estados soberanos, Portugal e a Santa Sé”, através dos canais diplomáticos.
“Logo que a decisão sobre a reposição dos feriados civis seja feita, o Ministério dos Negócios Estrangeiros, que é o organismo responsável, trocará em nome do Estado português, notas verbais com a Santa Sé que vão repor os feriados religiosos em 2016”, referiu Augusto Santos Silva.
A suspensão dos feriados religiosos foi resultado de um “entendimento excepcional” entre a Santa Sé e o Governo português, em 2012, com uma duração máxima prevista de cinco anos. A decisão teve em conta a "preocupação de acompanhar, por esta via, os esforços de Portugal e dos portugueses para superar a crise económica e financeira que o país atravessa".


 
Recordamos as comemorações do 5 de Outubro de 1914
 
Presidente da República  -  Manuel de Arriaga
Presidente do Ministério  -  Bernardino Machado
 
 
Fotografia de Benoliel
 
Fotografia de Benoliel
 
Ilustração Portuguesa
 
 

 

sexta-feira, 22 de janeiro de 2016




No centenário da Cruzada das Mulheres Portuguesas
 

Clicar por duas vezes sobre as fotografias

 
A Biblioteca Nacional de Portugal (BNP) assinala o centenário da criação da Cruzada das Mulheres Portuguesas (CMP), associação criada em 1916 com o objetivo de prestar assistência aos necessitados devido à Grande Guerra.

Foi inspirada na sua congénere francesa, La Croisade des Femmes Françaises, surgida em 1915, que, a 20 de março de 1916, um grupo de 80 mulheres, em que se incluía Elzira Dantas Machado, mulher do Presidente da República Bernardino Machado, fundou a Cruzada. A CMP desenvolveu a sua ação através de comissões (Propaganda, Enfermagem e Assistência aos Militares Mobilizados), promoveu a organização de cursos destinados a preparar enfermeiras e a criação de um hospital.

Integrou um grupo de mulheres portuguesas que quiseram responder a um repto patriótico, num momento particularmente difícil da História. Mulheres – mães, esposas e irmãs – souberam mobilizar-se para intervir e auxiliar, aos mais diversos níveis, numa cruzada cuja ação se manteria por mais de duas décadas.

Já anteriormente em 1914, perante a emergência de uma nova realidade social, se assistiu ao surgimento da Comissão Feminina «Pela Pátria» que mobilizou um grupo de mulheres em torno da ideia de apoio pelo voluntariado, entre as quais Ana de Castro Osório, Ana Augusta de Castilho, Antónia Bermudes e Maria Benedita Mouzinho de Albuquerque Pinto.

Norteada pelos princípios advogados pela sua antecessora «Pela Pátria» – e depois da declaração de guerra germânica de 9 de março de 1916, ocasionada pela entrada de Portugal na Guerra, como consequência da aliança anglo-portuguesa – a CMP congregou um grupo considerável de mulheres, tendo por secretária da Comissão de Propaganda e Organização do Trabalho, Ana de Castro Osório, e contou com o apoio dos mais altos representantes da estrutura governativa e militar.

A Cruzada não se ficou pelas campanhas de recolha de donativos, pela confeção e distribuição de bens e agasalhos aos mais carenciados e pelo apoio aos soldados. A Obra Maternal, criada em 1909, foi assumida pela estrutura nascente como forma de auxiliar os órfãos de guerra, procurando assegurar a dignidade e a formação de crianças que mendigavam pelas ruas da capital. Fez ainda nascer outras obras, como o instituto que visava a reinserção dos mutilados regressados da frente de batalha, instalado no antigo convento de Arroios, sob a presidência de Ester Norton de Matos. Impulsionou a criação de inúmeros estabelecimentos visando quer o desenvolvimento das capacidades profissionais, quer o acolhimento aos mais desfavorecidos, nomeadamente a casa de trabalho em Xabregas, promoveu a abertura de creches, escolas e orfanatos. E, em França, criou o Hospital Militar Português em Hendaia.

Esta mostra apresenta essencialmente o material enviado, em 27 de julho de 1917, pela Comissão Feminina «Pela Pátria» para o projetado Museu de Guerra, e que se encontra hoje no acervo da BNP.
 
 
 
 
 

terça-feira, 19 de janeiro de 2016




Bernardino Machado e a Maçonaria


Bernardino Machado - Grão-Mestre (1895-1899) do Grande Oriente Lusitano Unido -
Óleo do pintor António Carneiro, existente na sede do Grande Oriente Lusitano - Rua do Grémio Lusitano, 22, Lisboa
















 
 
 


domingo, 17 de janeiro de 2016





Um artigo de Luís Alves de Fraga

A Política de Beligerância do Governo de União Sagrada
































sábado, 16 de janeiro de 2016

sexta-feira, 15 de janeiro de 2016




Portugal na Grande Guerra