terça-feira, 21 de dezembro de 2010






Do TOMO 3 da PEDAGOGIA II das OBRAS completas de Bernardino Machado, editadas pelo MUSEU BERNARDINO MACHADO









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segunda-feira, 20 de dezembro de 2010



Caricaturas de Bernardino Machado

















Mais alguns quadros da Exposição - "Os Exílios Políticos de Bernardino Machado" - 2006




domingo, 19 de dezembro de 2010






Exposição sobre "Os Exílios Políticos de Bernardino Machado" - Museu Bernardino Machado - 2006








sábado, 18 de dezembro de 2010






Do livro de Alexandre Babo - "Recordações de um Caminheiro" - transcrevemos as suas lembranças de Bernardino Machado:

(Do Arquivo & Biblioteca Online da Fundação Mário Soares)






sexta-feira, 17 de dezembro de 2010



Recordando o Rogério Fernandes ! Com um abraço para o Miguel Urbano,"amigo de calções".








Outro abraço para o Dr. Amadeu Gonçalves, que amávelmente me cedeu as cópias das páginas da publicação brasileira - "Revista de HISTÓRIA da Biblioteca Nacional", que tinha reproduzido no seu blogue - "literatura&filosofia" - do dia 15 passado - http://litfil.blogspot.com





O Dr. Amadeu Gonçalves, no blogue referido, acrescenta os seguintes períodos da conferência que Bernardino Machado proferiu, no dia 4 de Agosto de 1906, no Centro Democrático de Lisboa:

"Vim da monarquia. Não solicitei do Partido Republicano nada, nem a inscrição do meu nome nos seus cadastros; mas tanto me identifiquei com ele, que todas as considerações ele me tem dispensado, até me elevar ultimamente à suprema dignidade de membro do seu directório. E não precisei para isso de quebrar a minha personalidade moral por quaisquer complacência. Continuo a ser o que sempre fui, um homem de ordem, de paz, a quem repugnam todas as violências, que quer o respeito de todos os direitos, e respeita no fundo de todos eles o direito de viver, mas decidido a caminhar sempre e ir sempre para a frente, custe o que custar, sem ódios, sem ameaças, mas também sem desfalecimentos, inexoravelmente, até à última extremidade aonde seja necessário ir para defender a liberdade, porque só ela é a ordem, a paz e a segurança de todos os direitos. Eu que, em monárquico, combati tantas vezes não só os meus adversários monárquicos, mas também os meus próprios correligionários e até colegas meus do ministério, eu que me esforço por ser bom, mas não à custa da minha independência, nem à custa de ninguém... eu não estou passivamente dentro do Partido Republicano, deixando-me arrastar pela onda que passa, eu luto e lutarei sempre dentro dele, contra o mal - que, seja quais forem as formas que revista, é sempre a ditadura, o desmancho dos chefes - porque não é só na sociedade portuguesa que os dirigentes valem muito mais que os dirigidos, também no Partido Republicano, apesar de todo o meu apreço por tantos seus dirigentes, que são grandes mestres de democracia, as virtudes cívicas brilham para mim sobretudo no povo republicano. A superioridade mesmo do nosso partido vem disso, de ser o único partido do povo."


quinta-feira, 16 de dezembro de 2010



Quando Bernardino Machado esteve na Corunha, no início do segundo exílio, foi entrevistado pela revista "Alfar":


Do Arquivo & Biblioteca Online da Fundação Mário Soares (Espólio Bernardino Machado - Família Machado Sá Marques)







quarta-feira, 15 de dezembro de 2010



Durante o governo de Bernardino Machado (2 de Março a 21 de Maio de 1921), com a Presidência da República de António José de Almeida, efectuou-se a glorificação do esforço português na Grande Guerra, tumulando-se solenemente no Mosteiro da Batalha os restos mortais de dois soldados desconhecidos, exumados, um, de cemitérios dos campos de batalha da França, e outro dos da África Portuguesa.
Reproduzimos um texto de memórias de Carlos Moller da Cunha e Vasconcelos, secretário de Bernardino Machado durante esta presidência de ministério,
impresso no Diário de Lisboa de 15 de Agosto de 1955.




O bispo de Leiria, o marechal Joffre, o presidente da República, António José de Almeida, o general inglês Smith Dorrien e outros oficiais estrangeiros no Mosteiro de Santa Maria da Vitória, de visita ao túmulo do soldado desconhecido da Grande Guerra