domingo, 8 de outubro de 2017






São sempre enriquecedoras as conversas com o Académico António Valdemar! Num destes nossos encontros chamou-me a atenção para o facto de o Capitão Júlio da Costa Pinto frequentar a tertúlia de Aquilino Ribeiro, valorizando o facto como uma prova incontestável da ausência de participação do escritor no Regicídio.



Da esquerda para a direita Abel Manta, Aquilino Ribeiro,
 Gualdino Gomes e Júlio da Costa Pinto
 à porta da Havaneza de Lisboa em 1938.




Sobre a figura de Júlio da Costa Pinto, retirámos do blogue  -  






Cai nas mãos da cambada. Defende-se com loucura, à espadeirada. Um Oficial Superior da Armada (o Comandante Afonso de Cerqueira) olha para aquela valentia quase sobrenatural, reconhece quem é e intervém. Exige aos seus homens e à turba respeito pelo “herói de África”, conforme invoca. “Este homem é um valente! Tem direito à nossa consideração!”. Vai ao encontro de Costa Pinto; toma a iniciativa militarmente inusitada de ser ele (Capitão de Fragata) a prestar continência ao Capitão; não aceita a espada que o outro lhe estende. E um cavalheiro. Como aliás com Ayres de Ornellas e João de Azevedo Coutinho, a quem também rende continência e trata com a maior deferência.
Mas Costa Pinto desvaira. Parte a espada e espezinha-a no chão:

“Só serviu o Rei!”.

(24 de Janeiro de 2009)

Demitido de Oficial do Exército quando Tenente de Infantaria, em 1911, “a bem dos superiores interesses da República”, conforme a folha oficial (apesar de proposto em 1910 para a Torre e Espada, pelo seu desempenho heróico em combate no Sul de Angola); readmitido em 1919 como Capitão, por escassos dias, pela Junta Governativa do Reino, aquando da Monarquia do Norte, e, óbvio, restituído à situação anterior logo de seguida. Foi a sua brevíssima reaparição em uniforme: para combate. Apresentava-se pois socialmente apenas com os apelidos, sem alusão a patente alguma. E nunca requereu a reintegração, como por mais de uma vez lhe foi oferecido no Estado Novo.


O Hastear da Bandeira em Monsanto, 1919

Todavia, ficou para quase toda a gente, até morrer, “o Capitão Costa Pinto”, dados o passado em África, a valentia que o celebrizou nos combates em Monsanto e a atitude estóica e indomável com que suportou, dali até ao Arsenal de Marinha, as vaias e múltiplas agressões do “povo unido”. Depois de estar montado a cavalo 48 horas, quase sem comer, agarra-se a uma metralhadora e cobre com ela, até esgotar as munições, a retirada dos seus homens. Usa então a pistola e conta os tiros. Já estavam a metros as forças da Marinha e, sobretudo, a massa ululante do “poder popular” do tempo… Reservara o último tiro para ele. Senta-se num tronco de árvore, aponta à têmpora e dispara. Mas, espantosamente, o fulminante não percutiu !

Cai nas mãos da cambada. Defende-se com loucura, à espadeirada. Um Oficial Superior da Armada (o Comandante Afonso de Cerqueira) olha para aquela valentia quase sobrenatural, reconhece quem é e intervém. Exige aos seus homens e à turba respeito pelo “herói de África”, conforme invoca. “Este homem é um valente! Tem direito à nossa consideração!”. Vai ao encontro de Costa Pinto; toma a iniciativa militarmente inusitada de ser ele (Capitão de Fragata) a prestar continência ao Capitão; não aceita a espada que o outro lhe estende. E um cavalheiro. Como aliás com Ayres de Ornellas e João de Azevedo Coutinho, a quem também rende continência e trata com a maior deferência.
Mas Costa Pinto desvaira. Parte a espada e espezinha-a no chão:-”Só serviu o Rei!”. O poder popular (a alfurja, os rufiões de navalha e os vadios, a roupa suja e o hálito de bagaço) excita-se e grita-lhe: -”Viva a República!”. Numa temeridade absurda, ele atira-se ao murro e a pontapé a toda essa gente: -”Viva a Monarquia, seus filhos da puta!”. Ficou enlouquecido de fúria. Não ouve apelos. Parece que, exímio jogador de “savate”, dava pontapés monumentais. Por fim foi dominado, é claro. Por um bom bocado o Comandante Afonso de Cerqueira perde o controlo da situação. O prisioneiro jaz por terra, espancado e golpeado na cabeça, na cara, no peito e nas costas. Cerqueira logra por fim, com forte risco para si próprio, entregá-lo a uma escolta de 1 Cabo da Armada e mais 3 Praças de baionetas caladas, mandando que o levem para o Arsenal, com ordens rigorosas para o defenderem até lá chegar.

Já na Baixa, num destroço e com a farda esfarrapada, em sinal de desprezo o Capitão cuspia sobre a multidão enfurecida o sangue que lhe enchia a boca, insensível aos apelos da pequena escolta, ela própria apavorada apesar das suas espingardas de baionetas caladas. Pedia-lhe o Cabo, que tentava abraçá-lo para o cobrir das agressões e que ia levando pancada pelo meio:
-”Ó senhor Capitão, ao menos não olhe assim para eles !” Ele redarguia-lhe, todo a escorrer sangue:
-”E como é que vocemecê, que é um homem de bem como estou a ver quer que eu olhe para esta canalha ?!”
O bom do Cabo tinha razão. As miradas do Capitão reflectiam um desprezo sem descrição, que destrambelhava a turba.
A multidão berrava-lhe: - “Viva a República!”. Ele, rouquíssimo, respondia:
- “Viva a Monarquia!”. Por fim, já não logrando emitir um som de voz, distribuía amplos “manguitos” para todos os lados…

Conseguiram enfim metê-lo no Arsenal, onde os Oficiais de Marinha presentes, republicanos segundo ele me disse, o resguardaram todavia com a maior urbanidade. Mas houve necessidade de transferi-lo logo para bordo de um navio de guerra surto no Tejo, porque a massa queria invadir o Arsenal e matá-lo. O Oficial de Dia ofereceu-lhe hospitalidade na câmara de bordo. Ele recusou, quis da sopa do rancho e comeu uma dose inacreditável, própria de quem estava mesmo esfaimado. Perante o olhar atónito da marinhagem, engoliu umas após outras 3 terrinas da pesada sopa! Depois pediu uma enxerga, deixou-se cair sem sequer tirar as botas, sem querer receber curativos, e dormiu 48 horas! Respeitaram-lhe o sono. E alguém, apiedado, pôs-lhe um cobertor em cima. Quando acordou, passaram-no então para a Penintenciária, onde será tratado como preso comum (fato às riscas e barrete), conforme aconteceu igualmente com muitos outros Oficiais monárquicos que, também revoltosos, para ali tinham ido. A sua chegada ao estabelecimento, sujíssimo, roto, ainda com as feridas por tratar, cheio de sangue coalhado, provocou a emoção consternada de um antigo contemporâneo da Escola do Exército, que na ocasião respondia pela Penitenciária:
- “Ó Costa Pinto!… mas em que estado o vejo!”
Sempre provocador, desdenhando o sinal de simpatia, o Capitão respondeu asperamente, enquanto lhe acudiam às feridas:
- “Você vê-me assim porque eu fui fiel ao Rei e perdi! Você também jurou fidelidade, mas ganhou porque traiu!”

Costa Pinto foi preso e quase linchado. Colocado num navio foi enviado para a Madeira, onde ficou detido no Presídio Militar de Lazareto, tendo sido transferido em Setembro para a Cadeia Nacional de Lisboa.

Libertado dois anos depois, sobreviveu a vender latas de azeite à comissão e depois seguros, o que lhe permitiu restabelecer contactos um pouco por todo o país, voltando a envolver-se politicamente nas eleições de 29 de Janeiro de 1922.

O trabalho na companhia Vacuum Oil devolveu-lhe a estabilidade económica, tendo, no início da Segunda Guerra Mundial, intercedido junto de Oliveira Salazar no sentido de ser permitido o regresso a da rainha D. Amélia a Portugal, de quem foi secretário pessoal entre 1945 e 1951.

Marcello Caetano, atribuiu-lhe a medalha de serviços relevantes em 1946, quando já tinha sido reintegrado na carreira militar com o posto de capitão

…Uma nota de beleza e de humanidade: quando terminado o seu tempo de prisão, o Capitão não descansou enquanto não localizou o Cabo que, com tanto brio e coragem, o salvara. Achou indigno gratificá-lo. Optou por se responsabilizar a pagar-lhe os estudos de uma filha, menina de 7 anos, até ela querer. E assim aconteceu, já ela sendo mulher.

Boa conhecedora das suas idiossincrasias perante o Poder constituído e da sua contundente mordacidade, era raro a Rainha incumbi-lo de, como Secretário, se desempenhar de qualquer diligência com alguém da elite política portuguesa, mesmo muitos anos depois, já em plena “Situação”. Era, sobretudo, “o Aio”: uma companhia e uma assessoria. E alguém que a fazia sentir-se segura e protegida, quase como se um filho fosse.

O Capitão Júlio da Costa Pinto, Secretário e Aio, evitava chegar-se a Salazar; pelo contrário, mantinha-se à distância, parcimonioso, numa atitude militar que nunca perdeu. “Se alguém precisar de mim, que me chame. Eu não tenho nada que lá ir”, costumava dizer. Não gostava de Salazar: achava-o muito vaidoso na conhecida modéstia; entendia-o preocupado acima de tudo em aguentar um regime transitório, sem pensar no futuro; e era de uma ironia cortante quando referia os gerarcas da Situação.

Morte da Rainha D. Amélia

Em 3 de Agosto de 1951, o Capitão Costa Pinto escreve à Dra. Domitilla de Carvalho (do Gabinete de Salazar). Esta escrevera à Rainha D. Amélia em 22 de Julho anterior, sem notícia de maior, a julgar pela simplicíssima resposta do Capitão Costa Pinto, por ordem de D. Amélia.
A Rainha agradecia e mandava acrescentar: “Sua Majestade tem a maior admiração pelo Sr. Presidente do Conselho, Sr. Dr. Salazar, de quem tem tido provas de admiração sentida”.

Na Torre do Tombo, é este o último texto que, embora ditado e indirecto, se encontra da Rainha para Salazar.

D. Amélia sobrevive em grande fraqueza e cansaço depois de 4 de Outubro de 1951, com intermitências. Tem por vezes curtas alucinações, durante as quais “vê” o seu Aio coberto de sangue que lhe “brota” da cara aos borbotões e, confundindo-o com o Príncipe Real D. Luís Filipe no massacre de l de Fevereiro de 1908, agita-se numa grande aflição e pavor: — “Meu querido Luís! Meu querido filho! Estás todo cheio de sangue! O que é que te aconteceu? ! O que foi que te fizeram?!” A solicitude dos presentes procura o mais possível acalmá-la e furtá-la ao reviver sangrento da caçada, como D. Manuel II chamou à chacina. Só o Capitão Costa Pinto consegue melhores resultados. Fala-lhe brandamente. Aos poucos lhe faz ver que não está sangrando, que ele não é o Príncipe Real, passaram muitos anos, e que agora foi tudo um mau sonho de momento, só isso. Ela pára, arfante, vai-se situando de novo na realidade do tempo, mas até a crise passar chora sempre, de novo e com desespero, o filho e o marido, como se estivesse vivendo a tarde fatídica do Regicídio. De uma vez, com o Aio agarrando-lhe as mãos, saltam lágrimas em torrente dos olhos dela, algumas caindo nas costas das mãos do Capitão Costa Pinto. E ele, contava-me quase sem voz, beijou nas suas próprias mãos as lágrimas da Rainha.
Algum pessoal francês da Casa lida mal com essas crises, introduzindo nelas uma beatice estafante. Convencem a velha Senhora de que as “aparições” do filho assassinado são mensagens do “Além”, a pedir que rezem por ele . Esforçam a Rainha a uma sequência interminável de terços por alma do Príncipe Real: “pelo meu filho queridíssimo”, como ela dizia.O Capitão Costa Pinto depara com estas práticas e põe-lhes termo, não sem alguma dificuldade.

Finalmente a Rainha recobra, para morrer, toda a sua lucidez, como
jornais a descrevem.

Em 26 de Outubro de 1951, tratamento de dois diários importantes à agonia e morte da Rainha. Uma comparação:
Em “O Século”, dessa data, na 1ª página, ao alto, a 4 colunas, com 2 fotografias (uma das quais, o último retrato da Rainha), inclui-se a descrição dos seus últimos momentos:

Quote:

“Reclinada nos almofadões, quase sem um gemido: «Sofro tanto!» “Depois, deixando transparecer no rosto uma calma infinita”: «Deus está comigo!». Assim murmurava num português suavíssimo. “Eram quase 9h. e 30m. Nos olhos da sr° D. Amélia havia uma lucidez perfeita”. Instantes depois, abrangendo com o olhar os portugueses e franceses que a cercavam, disse, sempre em português: «Adeus…».

Da morte até ao dia 31 passaram 17.000 pessoas no Castelo de Bellevue, para apresentação de condolências.

No mesmo dia, o Comunicado oficial no “Diário da Manhã”, órgão do Governo, em primeira página, sem fotografia, apenas diz e a 1 coluna.

Quote:

Da Presidência do Conselho recebemos a seguinte comunicação: «Tendo falecido esta manhã em Versailles Sua Majestade a Senhora D. Amélia de Orleans e Bragança, o Governo resolveu que durante três dias os edifícios públicos mantenham bandeira a meia-haste e que o corpo seja oportunamente transferido para Lisboa a fim de ser sepultado no Panteão de S.Vicente, realizando-se então funerais nacionais, para o que vai ser expedido o respectivo, decreto».

Mal teve conhecimento do passamento, diz “O Século”, o Chefe do Protocolo francês, De La Chauvinière, foi ao castelo de Bellevue apresentar condolências em nome do Presidente Auriol e do Ministro dos Negócios Estrangeiros, Robert Schuman. Genebrier, Prefeito de Seine-et-Oise, representando o Presidente do Conselho e os restantes membros do Governo Francês, apresentou, também, os pêsames aos familiares da Rainha. Ela não queria flores nem coroas no seu funeral em Versailles, pois as achava caras demais num tempo de sacrifícios. Mas isso não evitou que de Portugal chegasse, de avião, um ramo de flores malvas e brancas, dispostas em cruz, colhidas por Salazar(?…) nos jardins da Pena, segundo dizia a imprensa francesa. Seria provavelmente de camélias, flores que D. Amélia outrora adorava contemplar vivas e frescas nos jardins do Palácio. E ficava gratíssima a que com elas a presenteava.

O seu fiel Aio, Capitão Júlio da Costa Pinto, tinha o requinte de lhe levar camélias da Pena sempre que podia. E até morrer, na sua casa da Rua do Século,99, em Lisboa, punha, como tanta vez vi, imprescindíveis camélias junto do último retrato da Rainha, velhinha, onde se podia ler, pela mão já muitíssimo trémula: “Ao Júlio da Costa Pinto, em affectuosa lembrança da sua sempre tão constante e tão leal dedicação. Dona Amélia Rainha”.



Capitão Júlio da Costa Pinto e a Rainha D. Amélia

Vídeo inédito com D Amélia , Júlio da Costa Pinto aparece no final do video a arrumar a bandeira à porta e a fechar a mesma

Quando um dia, muitos anos depois (finais da decada de 60), o Capitão se fartou de uma vida para ele já sem razão, tentou arranjar munições para a sua velha pistola “Savage”, mas não conseguiu. Tomou então uma dose enorme de barbitúricos. Deixou três vivas mensagens: na cabeceira o retrato da Rainha, com a habitual jarrinha de camélias. Voltada e pousada sobre o peito, uma moldura com a foto de D. Manuel II, também dedicada. Numa cadeira ao lado, a bandeira azul e branca em que queria ser amortalhado. E palavra nenhuma, pois lá achou que não era preciso.
Para sua desgraça, quase 24 horas depois ainda a governanta o apanhou vivo; e levaram-no para um hospital, onde, todo entubado mas lúcido, teve dias de penosa agonia. O Duque de Bragança demonstrava-lhe carinho, e pelo menos um dos Príncipes o visitava constantemente, conforme me noticiava D. Duarte Nuno. Eu, em Lourenço Marques, nada pude fazer, excepto transcrever para uma folha de papel a Cena VI do V Acto do “Cyrano de Bergerac”, de Edmond Rostand, mandá-la pelo correio e pedir a alguém que, com urgência, lha lesse da minha parte. É a cena em que o irredutível combatente do Ideal, ferido e cambaleante no convento da sua amada Roxane, desembainha a espada e enlouquecido desafia o vazio, enquanto proclama que, nesse mesmo dia, a pluma do seu feltro varrerá largamente o Céu azul, pois transporta consigo, puríssimo, o seu “panache”… Foi-me garantido que percebeu e agradeceu.
…Ele saudou os seus Reis mortos, para se despedir. Mas não teve, como Mousinho, a sorte de conseguir fazer logo a “meia volta” e marchar para onde queria.

Júlio da Costa Pinto morreu em 1969, aos 86 anos.

Fonte:
“Salazar e a Rainha”, Fernando Amaro Monteiro

Somos Portugueses




sábado, 7 de outubro de 2017






Expulsão dos Jesuítas

A 3 de Setembro de 1759 foi promulgada a “Lei dada para a proscrição, desnaturalização e expulsão dos regulares da Companhia de Jesus, nestes reinos e seus domínios”. Passaram agora, em 2009, 250 anos sobre essa data.
Os jesuítas foram admitidos em Portugal em 1540, com a vinda de dois dos primeiros companheiros de Santo Inácio de Loiola: o navarro Francisco Xavier (mais tarde canonizado) e o português Simão Rodrigues.
A sua presenção do longo dos tempos, apesar de descontínua, foi particularmente marcante no ensino e na missionação empreendida nos locais mais recônditos do mundo e, muitos dos seus membros são figuras proeminentes da nossa história.
Para ilustrar este evento foram seleccionados dois quadros existentes na Torre do Tombo e alguns documentos. Os quadros representam o famoso padre António Vieira (1608-1697) e o padre Francisco Suárez, o Granatense (1548-1617, jesuíta nascido em Granada e autor de numerosos pareceres existentes na colecção Armário Jesuítico e Cartório dos Jesuítas). Esta colecção está a ser objecto de tratamento arquivístico, permitindo disponibilizar agora cerca de 2400 novos registos descritivos.
Padre António Vieira

Padre Francisco Suarez

  • “O mensurador das Cadeias de Lisboa tomando as medidas a um dos padres da Companhia de Jesus”, ilustrando a reportagem intitulada “Os jesuítas em Portugal”, de Joshua Benoliel. 1910. Imagem reproduzida na p. 582 do periódico Ilustração Portuguesa nº 246 (2ª série – Lisboa, 07/11/1910). Portugal, Torre do Tombo, Empresa Pública do Jornal O Século, secção Serviço de Fotografia, série Joshua Benoliel, Cx. 128, Ng. 07.
PT_TT_CMZ-AF-GT_N_2_22_1
  • Grupo de padres missionários jesuítas, eventualmente em actividade na Missão da Imaculada Conceição de Chupanga. [19–]. Portugal, Torre do Tombo, Companhia de Moçambique, Arquivo Fotográfico, Governo do Território de Manica e Sofala, cp.3, nº de ordem 3057.
Descubra mais na Torre do Tombo…
  • Armário Jesuítico e Cartório dos Jesuítas. [14–]-[176-]. Portugal, Torre do Tombo, Armário Jesuítico e Cartório dos Jesuítas.
  • Carta do bispo de São Tomé para o rei D. Sebastião participando que os jesuítas tinham chegado àquela ilha e aí os fizera esperar pelo embaixador do rei do Congo e de outros assuntos. 1560-02-20. Portugal, Torre do Tombo, Corpo Cronológico, Parte I, mç. 104, n.º 3.
  • Carta do padre Miron, jesuíta, pedindo a D. João III que concedesse alguns dias de licença para D. Gonçalo convalescer em Coimbra, de sua enfermidade, e ordenasse aos cónegos de Santa Cruz de Coimbra que não quebrantassem o privilégio que tinha o seu colégio com o muro que faziam pela parte da costa até à Porta Nova. 1552-05-20. Portugal, Torre do Tombo, Corpo Cronológico, Parte I, mç. 88, n.º 33.
  • Passaporte que o rei da França mandou dar aos padres da Companhia de Jesus que iam a Roma assistir à eleição do seu geral. 1557-02-23. Portugal, Torre do Tombo, Corpo Cronológico, Parte I, mç. 100, n.º 120.
  • Carta do concelho da vila de Torquemada pedindo à rainha licença e o seu favor para fundarem um convento jesuíta. 1564-03-15. Portugal, Torre do Tombo, Corpo Cronológico, Parte I, mç. 106, n.º 130.
  • “Cópia do Breve de Gregório XIII pelo qual une o Mosteiro de São Pedro de Roriz ao colégio de Braga dos Padres Jesuítas”.1573. Portugal, Torre do Tombo, Manuscritos da Livraria, n.º 1103, f. 327 e 327v..
  • Carta de Cristóvão de Barros, provedor-mor da Fazenda Real do Brasil, informando o rei do prejuízo que a Fazenda Real tinha nos mil cruzados que doara ao Colégio dos Jesuítas de Olinda. 1578-11-18. Portugal, Torre do Tombo, Corpo Cronológico, Parte I, mç. 111, n.º 64.
  • Cópia da sentença da relação que julgou na forma da ordenação e assento do Desembargo do Paço, que deviam os padres Jesuítas serem citados diante da justiça secular, por não terem superiores neste Reino, e outros documentos sobre a mesma matéria. 1622-11-22. Portugal, Torre do Tombo, Corpo Cronológico, Parte I, mç. 117, nº 7.
  • Carta de Luís de Oliveira a dar conta ao rei ser menos verdadeira a notícia que dera de estarem trinta caravelas de inimigos nos ilhéus, persuadido de um índio dos padres jesuítas que o certificava, e que pedindo-o aos padres para saber o motivo porque afirmara este engano, não o quiseram entregar. 1628-09-07. Portugal, Torre do Tombo, Corpo Cronológico, Parte I, mç. 117, nº 159.
  • Cartas várias do padre António Vieira escritas de Roma. 1671-1673. Portugal, Torre do Tombo, Manuscritos da Livraria, n.º 2263
  • Cartas do padre António Vieira escritas de Roma ao Dr. Duarte Ribeiro de Macedo sendo enviado na corte de Paris. 1674. Portugal, Torre do Tombo, Manuscritos da Livraria, n.º 255.
  • Sermões do Padre António Vieira da Companhia de Jesus, pregador de Sua Alteza: 1.ª parte. 1678. Portugal, Torre do Tombo, Manuscritos da Livraria, n.º 242.
  • “Emulação descoberta dos jesuítas contra os congregados”. 1740. Portugal, Torre do Tombo, Arquivo das Congregações, liv. 1058.
  • Carta de José Falcão, reitor do Noviciado da Cotovia de Lisboa. 1746-98-12. Portugal, Torre do Tombo, Tribunal do Santo Ofício, Inquisição de Lisboa, mç. 68, n.º 19.
  • Culpeiro organizado por Jerónimo Rogado de Carvalhal e Silva e por [Francisco Mendo] Trigoso. 1757/1784. Portugal, Torre do Tombo, Tribunal do Santo Ofício, Inquisição de Lisboa, liv. 188.
  • Suplemento à colecção dos Breves Pontifícios, Leis Régias, e Ofícios, que se passaram entre as Cortes de Roma e Lisboa, sobre os absurdos em que no reino de Portugal, e seus domínios se haviam precipitado os regulares da Companhia denominada de Jesus. 1759-1760. Portugal, Torre do Tombo, Casa das Rainhas, liv. 236 e liv. 238.
  • Processos da casa de Jesuítas. Portugal, Torre do Tombo, Juízo do Fisco da Inconfidência e Ausentes.
  • Registo de administração dos bens confiscados aos Jesuítas nas ilhas dos Açores. 1760/1796. Portugal, Torre do Tombo, Conselho da Fazenda, Vedoria e Repartição do Reino e do Assentamento, Administração dos bens dos Próprios da Coroa, liv. 135 e liv. 136.
  • Registo de administração dos bens confiscados aos Jesuítas nas ilhas dos Açores. 1760/1796. Portugal, Torre do Tombo, Conselho da Fazenda, Vedoria e Repartição do Reino e do Assentamento, Administração dos bens dos Próprios da Coroa, liv. 135 e liv. 136.
  • Memorial ou memória católica que os jesuítas apresentarão ao Papa Pio VI em que pretendem anular o breve da sua extinção. Portugal, Torre do Tombo, Manuscritos da Livraria, n.º 819.
  • Cópia do aviso do desembargador José António de Oliveira Machado para se recolher na enfermaria dos doidos o jesuíta Francisco Galvão. 1770-01-26/1771-01-30. Portugal, Torre do Tombo, Hospital de São José, liv. 943, f.162v..
  • “Notícia histórica da expulsão dos jesuítas do seu colégio de São Paulo da capitania de São Vicente […]”. c. 1772. Portugal, Torre do Tombo, Manuscritos do Brasil, liv. 48, f. 128.
  • “Papéis pombalinos”. [17–]. Portugal, Torre do Tombo, Ministério dos Negócios Eclesiásticos e da Justiça, mç. 60, cx. 49, doc. 1 a 4.
  • Relação dos recibos originais dos ex-jesuítas portugueses. 1794. Portugal, Torre do Tombo, Ministério dos Negócios Estrangeiros, liv. 770.
  • Autos de justificação do padre António Xavier de Sales e seus irmãos os padres Gaspar de Matos Sales e João Manuel Xavier de Sales, os capitães José Francisco de Sales e Bento José de Sales, o alferes Francisco Mariano de Sales, o guarda-mor Manuel Francisco de Sales, D. Teodora Maria de Sales e D. Joana Maria de Sales, filhos do capitão Francisco de Sales Ribeiro e de D. Maria Josefa de Matos, naturais de São Paulo. 1797. Portugal, Torre do Tombo, Feitos Findos, Juízo da Índia e Mina, Justificações Ultramarinas, Brasil, mç. 94, n.º 16.
  • Profecias falsas, inventadas a favor dos jesuítas. Portugal, Torre do Tombo, Manuscritos da Livraria, n.º 1175.
  • Apologia e resposta feita pelo padre Valentim Carvalho da Companhia de Jesus, provincial da Província de Japão e China. Portugal, Torre do Tombo, Manuscritos da Livraria, n.º 1956.
  • Manuscrito de uma peça de teatro em sueco tendo como personagens principais D. José, o Marquês de Pombal, os Távoras e alguns Jesuítas. c. 1826. Portugal, Torre do Tombo, Ministério dos Negócios Estrangeiros, Legação em Estocolmo, liv. 436.
  • “Juízo humano sobre jesuítas”. [18–]. Portugal, Torre do Tombo, Arquivo das Congregações, liv. 1077 .
  • “Missão da Chupanga”. 1925. Portugal, Torre do Tombo, Companhia de Moçambique, Arquivo fotográfico, nº de ordem 3009.
  • Os jesuítas e os dinamitistas. 1926-08-29. Portugal, Torre do Tombo, Ministério do Interior, Direcção Geral da Administração Política e Civil, NT 699, pt. 1384.
  • Fidelino e os jesuítas. 1927-10-07. Portugal, Torre do Tombo, Ministério do Interior, Direcção Geral da Administração Política e Civil, NT 702, pt. 1065.
  • Instalação de um colégio de jesuítas em Caminha. 1933-09-19/1933-10-31. Portugal, Torre do Tombo, Ministério do Interior, Gabinete do Ministro, Mç. 458, [pt. 3/178].
  • Presença de Jesuítas em Évora. 1932-02-22. Portugal, Torre do Tombo, Ministério do Interior, Gabinete do Ministro, Mç. 462, [pt. 15/5].
  • Presença do Cardeal D. José da Costa Nunes nas comemorações do 4º centenário das Missões e da Companhia de Jesus em Macau. 1964. Portugal, Torre do Tombo, Arquivo Salazar, UL-41, cx. 839, pt.23.
  • “Planta do recolhimento de Nossa Senhora do Amparo sito no Colégio dos extintos Jesuítas denominado do Paraíso” [Lisboa?]. Portugal, Torre do Tombo, Ministério do Reino mç. 983, cx. 1101.
  • Mapa do terreno para a nova fábrica estabelecida na casa que foi dos Jesuítas na cidade de Portalegre. [1772?]. Portugal, Torre do Tombo, Real Fábrica das Sedas, mç. 1, doc. 4.
  • Planta superior e inferior do colégio que foi dos jesuítas, compreendendo a cerca, para o estabelecimento da nova fábrica de panos e drogas. 1772-01-21. Portugal, Torre do Tombo, Real Fábrica das Sedas, mç. 1, doc. 8.
  • Processo do padre Manuel de Morais. 1639-11-14/1642-04-06. Portugal, Torre do Tombo, Tribunal do Santo Ofício, Inquisição de Lisboa, proc. 4847.
  • Processo do padre António Vieira. 1659-04-29/1668-06-30. Portugal, Torre do Tombo, Tribunal do Santo Ofício, Inquisição de Lisboa, proc. 1664.
  • Processo do padre Francisco Vieira. 1617-01-23/1617-11-22. Portugal, Torre do Tombo, Tribunal do Santo Ofício, Inquisição de Lisboa, proc. 12788.
  • Processo do padre Stanislau Torrente. 1679-09-04. Portugal, Torre do Tombo, Tribunal do Santo Ofício, Inquisição de Lisboa, proc.12794.
  • Processo de António da Costa. 1594-06-08/1596-07-12. Portugal, Torre do Tombo, Tribunal do Santo Ofício, Inquisição de Lisboa, proc. 13030.
  • Processo do padre Gabriel Malagrida. 1760-12-29/1761-09-20. Portugal, Torre do Tombo, Tribunal do Santo Ofício, Inquisição de Lisboa, proc. 8064.
  • Processo de padre Bartolomeu Cabral. 1618-03-20/1622-02-18. Portugal, Torre do Tombo, Tribunal do Santo Ofício, Inquisição de Lisboa, proc. 8917.
  • Processo do padre Pedro Homem. 1761. Portugal, Torre do Tombo, Tribunal do Santo Ofício, Inquisição de Lisboa, proc. 10275.
  • Autos do Padre Manuel da Costa. 1654. Portugal, Torre do Tombo, Tribunal do Santo Ofício, Inquisição de Lisboa, proc. 10743.
  • Processo do padre Francisco Silveiro. 1612. Portugal, Torre do Tombo, Tribunal do Santo Ofício, Inquisição de Lisboa, proc. 4930.
  • Processo de padre José Dias. 1695-11-30/1696-02-03. Portugal, Torre do Tombo, Tribunal do Santo Ofício, Inquisição de Lisboa, proc. 5211.
  • Processo do padre António da Costa. 1594-11-24/1598-11-10. Portugal, Torre do Tombo, Tribunal do Santo Ofício, Inquisição de Lisboa, proc. 5332.
  • Processo do padre Gaspar Fernandes. 1637-04-21/1637-05-05. Portugal, Torre do Tombo, Tribunal do Santo Ofício, Inquisição de Lisboa, proc. 5430.
  • Processo do padre António Herédia.1564-08-29/1566-06-14. Portugal, Torre do Tombo, Tribunal do Santo Ofício, Inquisição de Lisboa, proc. 5880.
  • Processo de padre Sebastião de Abreu. 1643-01-02/1643-01-16. Portugal, Torre do Tombo, Tribunal do Santo Ofício, Inquisição de Lisboa, proc. 6808.
  • Processo do padre Pedro de Brito. 1642-12-16/1643-05-06. Portugal, Torre do Tombo, Tribunal do Santo Ofício, Inquisição de Lisboa, proc. 6822.
  • Processo do padre Salvador do Canto. 1617-07-21/1619-07-31. Portugal, Torre do Tombo, Tribunal do Santo Ofício, Inquisição de Lisboa, proc. 797.
  • Processo do padre Francisco Pinheiro. 1643-01-20/1643-04-28. Portugal, Torre do Tombo, Tribunal do Santo Ofício, Inquisição de Lisboa, proc. 1446.
  • Processo de Carlos Salzedo. 1718-02-07/1718-02-13. Portugal, Torre do Tombo, Tribunal do Santo Ofício, Inquisição de Coimbra, proc. 3188.
  • Processo do padre Manuel Antunes. 1687. Tribunal do Santo Ofício, Inquisição de Coimbra, proc. 6032.
  • Processo do padre Manuel Garcia. 1668. Portugal, Torre do Tombo, Tribunal do Santo Ofício, Inquisição de Coimbra, proc. 6107.
  • Processo de Félix José da Silva Gaia. 1787-06-22/1788-10-19. Portugal, Torre do Tombo, Tribunal do Santo Ofício, Inquisição de Lisboa, proc. 3972.
… e na Biblioteca da Torre do Tombo:
  • [Catálogo das províncias, casas, colégios, residências, seminários da Sociedade de Jesus. Ano de 1717]. [Manuscrito]. – [S.l.], [1717]. Portugal, Torre do Tombo, SP 3559 (23).
  • Acto do Parlamento de Pariz de 9 de Maio de 1767, pelo qual se ordena que os Jezuitas sejam totalmente expulsos de França: cópia da carta de Sua Magestade Catholica a respeito da expulsão dos Jezuitas de Hespanha, escrita a Sua Santidade. – Lisboa: na Off. de Antonio Rodrigues Galhardo, 1767. – 12, [1] p. ; 30 cm. Portugal, Torre do Tombo, SP 3547 (18).
  • Algarve. Bispo, António Pereira da Silva – Carta do Eminentissimo Senhor Cardeal Pereira para o Reverendissimo Padre Henrique de Carvalho, Provincial, que foi da Companhia de Jesus…. [Faro: s.n., 1734]. Portugal, Torre do Tombo, SP 3546 (2), SP 3554 (1).
  • ANDRADE, Braz de – Relaçam do apparato triunfal, & procissão solenne, com que os P.P. da companhia de Jesus do Collegio de Evora appaludirão publicamente aos gloriozos S. Luiz Gonzaga, e Stanislao Kostka. Evora: Officina da Universidade, 1728. Portugal, Torre do Tombo, SP 3485 (1) CF.
  • AZEVEDO, Luís Gonzaga de – Proscritos: notícias circunstanciadas do que passaram os religiosos da Companhia de Jesus na revolução de Portugal de 1910. Valladolid: Florencio de Lara, Editor, 1911-1914. 2 v. Portugal, Torre do Tombo, SV 2917, SV 2918.
  • COMPANHIA DE JESUS – Memorial apresentado pelo Padre Geral da Companhia de Jesus a sua Santidade em 31 de Julho de 1758. – Lisboa : na Off. de Miguel Rodrigues, [1758]. – [7] p. ; 30 cm. Portugal, Torre do Tombo, SP 3558 (11), SP 3548 (3).
  • Companhia de Jesus. Província Portuguesa – Catálogo dos jesuítas portugueses no anno de 1910 conforme ao original latino encontrado na Casa do Noviciado do Barro. Lisboa: Imp. Nacional, 1911. Portugal, Torre do Tombo, SV 2916.
  • Decretos e leis sobre jesuítas e congregações religiosas. coord. Dr. Edmundo Gorjäo. – Lisboa: Mensageiro Jurídico, 1910. Portugal, Torre do Tombo, SV 2768 (10).
  • Documentos para a história dos jesuítas em Portugal.. Coligidos por António José Teixeira. Coimbra: Impr. da Universidade, 1899.  XIV, 716 p. Portugal, Torre do Tombo, SV 3313.
  • Erros ímpios, e sediciosos que os religiosos da Companhia de Jesus ensinaram aos réus, que foram justiçados e pretenderam espalhar nos povos destes reinos. Lisboa: na Off. de Miguel Rodrigues, [17–]. – 32 p. ; 30 cm. Portugal, Torre do Tombo, SP 3557 (17), SP 3548 (13).
  • ESPANHA. Rei D. Carlos III – [Copia da carta de sua magestade catholica a respeito da expulçaõ dos jezuitas de Hespanha escrita a Sua Santidade]. – [s.l.] : [s.n.], [1767?]. Portugal, Torre do Tombo, SP 3542 (19) C.F., SP 3559 (18).
  • GASTÃO, Marques – Os missionários jesuítas portugueses no Tibete : evocação histórico-religiosa. Lisboa: Rei dos Livros, 1995. Portugal, Torre do Tombo, SV 139/06.
  • GONÇALVES, Nuno da Silva – Os Jesuítas e a missão de Cabo-Verde : (1609-1642) Lisboa: Brotéria, 1996. Portugal, Torre do Tombo, SV 384/06.
  • GUERREIRO, Bartolomeu – Gloriosa coroa d’esforçados religiosos da Companhia de Jesu mortos polla fe catholica nas conquistas dos reynos da coroa de Portugal. Lisboa: por Antonio Alvarez. Portugal, Torre do Tombo, SP 888 CF.
  • IGREJA CATOLICA – Pastoral do excellent. e reverendissimo collegio da santa igreja de Lisboa, sé vacante dirigida a destruir, abolir, e desvanecer os erros …. que os religiosos da Companhia de Jesus pretenderaõ espalhar nos povos deste reinos . Lisboa: Na officina do excellentissimo, e reverendissimo collegio, 1759. Portugal, Torre do Tombo, SP 2226 (4), SP 3548 (15).                                  
  • IGREJA CATOLICA. Miranda. Bispo, D. Frei Aleixo de Miranda Henriques – [Pastoral] de Frei Aleixo de Miranda Henriques da Ordem dos Pregadores…Bispo de Miranda [em que entre outras coisas se advoga a vigilância para a total extinção das falsas doutrinas  introduzidas pela Companhia de Jesus]. [Manuscrito]. Miranda, 1759. Portugal, Torre do Tombo, SP 2226 (12).
  • IGREJA CATOLICA. Miranda. Bispo, D. Frei Aleixo de Miranda Henriques – Numero das proposições condennadas, erroneas, impias, e sediciosas [propagadas pela Companhia de Jesus] : [Pastoral]. [Manuscrito]. [Miranda], [1759]. Portugal, Torre do Tombo, SP 2226 (13).
  • IGREJA CATOLICA. Papa (Clemente XIII) – [Bilhete e pro-memoria que o cardeal secretario de estado remeteo em…28 de Novembro…de 1759 ao..ministro..de Portugal  na Curia de Roma declarando a guerra a Sua Magestade Fidelissima…]. [S.l. : s.n., 1759]. Portugal, Torre do Tombo, SP 3558 (37).
  • IGREJA CATOLICA. Papa, (Clemente XIII) – [Minuta formulada em Roma … dia 11 de Agosto com o fim de recomendar os jesuítas para serem conservados nos reinos de Portugal e seus domínios]. [S.l. : s.n., 1759]. Portugal, Torre do Tombo, SP 3558 (32).
  • IGREJA CATOLICA. Papa, (Clemente XIII) – [Minuta formullada em Roma no…dia 11 de Agosto de 1759 na figura de hum Breve de consenso apostólico para a relaxação dos jesuítas presos em Lisboa e…appresentada pelo…Nuncio ao..secretario de estado] . – [S.l. : s.n., 1759]. Portugal, Torre do Tombo, SP 3558 (30).
  • IGREJA CATOLICA. Papa, (Clemente XIII) – [Minuta formullada em Roma…na figura de huma carta de Sua Santidade para servir de resposta à carta régia de 20 de Abril do mesmo anno]. [S.l. : s.n., 1759]. Portugal, Torre do Tombo, SP 3558 (31).
  • IGREJA CATOLICA. Rio de Janeiro. Bispo , D. Frei António do Desterro – [Edital em que] Dom Fr. Antonio do Desterro B[ispo] do Rio de Janeiro  [faz patente e publica a carta regia que S. Mag.de foi servido  escrever-lhe sobre os religiosos  da Companhia de Jesus e segunda vez proibe a comunicação com os ditos …]. [Manuscrito]. Rio de Janeiro , 1759. Portugal, Torre do Tombo, SP 2226 (10).
  • IGREJA CATOLICA. Rio de Janeiro. Bispo, D. Frei António do Desterro – [Pastoral] de Dom Fr. Antonio do Desterro…B[ispo] do Rio de Janeiro…[é servido mandar … que os parochos deste bispado não consintam que nas suas igrejas… pregue ou confesse religioso algum da Companhia de Jesus e proíbe a todos os seus subditos a comunicação com os ditos…].  [Manuscrito]. Rio de Janeiro, 1759. Portugal, Torre do Tombo, SP 2226 (9).
  • IGREJA CATOLICA. Rio de Janeiro. Bispo, D. Frei António do Desterro – [Edital em que] Dom Frei Antonio do Desterro B[ispo] do Rio de Janeiro  [é servido mandar passar que toda a pessoa que tiver subnegado os bens e alfayas que foram das igrejas capellas e oratorios dos padres da Companhia de Jesus ou disso noticia tiverem o denunciem com pena de excomunhão…]. [Manuscrito]. Rio de Janeiro, 1759. Portugal, Torre do Tombo, SP 2226 (11).
  • Jesuítas na Ásia: catálogo e guia. Coord. Fancisco G. Cunha Leão. Macau: Instituto Cultural de Macau : Instituto Português do Património Arquitectónico : Biblioteca da Ajuda, 1998. Portugal, Torre do Tombo, Biblioteca de apoio 94(469)-5.
  • LEIRIA. Bispo de (João Cosme da Cunha) – D. João de Nossa Senhora da Porta, conego regular de Santo Agostinho, por mercê de Deos, e da Santa Sé Apostolica Bispo de Leiria… a todos os Fieis desta nossa Diocese... . Lisboa: Na Officina Patriarcal de Francisco Luiz Ameno, 1759. Portugal, Torre do Tombo, SP 2226 (5), SP 3575 (58), SP 3548 (14), SP 3560 (43).
  • LEITE, Serafim – Os Jesuítas no Brasil e a Medicina. [S.l. : s.n.] 1936. Sep. da Revista Petrus Nonins”. Portugal, Torre do Tombo, SV 1008/95.
  • LISBOA. Cardeal Patriarca (Francisco de Saldanha) – [Pastoral difundindo ordem real de expulsão da Companhia de Jesus e exortando todos os subditos seculares e eclesiásticos que  não tenhão comunicação alguma com os ditos religiosos]. [Lisboa?: s.n., 1759?]. Portugal, Torre do Tombo, SP 3547 (21), SP 3558 (24).
  • LISBOA. Cardeal Patriarca, (José Manuel da Câmara de Atalaia) – [Edital do Cardeal Patriarca de Lisboa José Manuel da Câmara de Atalaia de 7 de Junho de 1758 em que proíbe os Jesuítas de confessar e pregar no seu patriarcado]. [Lisboa : s.n., 1758]. Portugal, Torre do Tombo, SP 3558 (10).
  • LISBOA. Cardeal patriarca, (Francisco de Saldanha) – [Pastoral do cardeal Francisco de Saldanha impondo restrições e proibições à actividade dos regulares da Companhia de Jesus, nomeadamente no que respeita à leitura de correspondência]. [Lisboa?] : [s.n.], [1759?]. Portugal, Torre do Tombo, SP 3575 (61).
  • LISBOA. Cardeal, (Francisco de Saldanha) – [Ordem do Cardeal Francisco de Saldanha, de 15 de Maio de 1758 para suspender o comércio feito pelos religiosos da Companhia de Jesus em Portugal e seus domínios]. [Lisboa : s.n., 1758]. Portugal, Torre do Tombo, SP 3558 (9), SP 3548 (2).
  • MANUEL, Jerónimo da Câmara – Missões dos jesuítas no Oriente nos séculos XVI e XVII. Lisboa: Impr. Nacional, 1894. Trabalho apresentado na X sessão do Congresso Internacional dos Orientalistas. Portugal, Torre do Tombo, SV 2653, SV 2654.
  • Petição de recurso do Procurador da Coroa a sua Magestade.... – Lisboa: Off. de Miguel Rodrigues, 1765. Portugal, Torre do Tombo, SP 3547 (4), SP 3559 (11).
  • Pontos principais, a que se reduzem os abusos com que os religiosos da Companhia de Jesus tem usurpado os domínios da América portuguesa e espanhola. [S.l. : s.n., 17–]. 8 p. ; 30 cm. Portugal, Torre do Tombo, SP 3558 (4), SP 3548 (4).
  • PORTUGAL. Bispo de Leiria, (Miguel de Bulhões) – [Pastoral difundindo carta encíclica de Clemente XIX que preconiza aos fieis a submissão a Deus, a reverência à igreja e  a obediência ao rei com o intuito de repudiar as doutrinas ilícitas e pecaminosas]. [S.l. : s.n., 1770 ?]. Portugal, Torre do Tombo, SP 3547 (15), SP 3556 (19), SP 3560 (19).
  • PORTUGAL. Leis, decretos, etc – [Ley porque S. Magestade …declara …nullos…hu Breve de nova confirmação do Instituto da socialmente denominada de Jezus que principia pellas palavras Apostolicum Pascendi…]. [Manuscrito]. Palácio de N. Srª da Ajuda, 1765 Portugal, Torre do Tombo, SP 2226 (19).
  • PORTUGAL. Leis, decretos, etc. – Diploma de S. Magestade Fidelissima em que confirma com a soberana  attestação do seu proprio facto…a legalidade e identidade das cinco profiçoens do 4º voto dos regulares da Companhia denominada de Jesus nellas declarados. [Manuscrito]. Palácio de Nossa Senhora da Ajuda, 1765. Portugal, Torre do Tombo, SP 2226 (21).
  • PORTUGAL. Leis, decretos, etc. – Collecção  dos breves pontificios e leys regias que forao expedidos e publicadas desde o anno de 1741 sobre a liberd[ad]e das pessoas bens e comercio dos indios do Brasil. Dos excessos que …se obrarão os regulares  da Comp. …de Jesus… dos absurdos em que se precipitaram os mesmos regulares como estimullo … ate o horroroso insulto de 3 de S[etem]bro do anno de 1758… finaes resoluçoens para expulsar dos seus dominios os d[it]os regulares. [Manuscrito]. [Lisboa]: Impresso na Secretaria de Estado, [depois de 1740]. Portugal, Torre do Tombo, SP 2226 (1).
  • PORTUGAL. Leis, decretos, etc. – [Lei que declara por ob-reptícios, subreptícios, e como tais nulos e de nenhum efeito, um Breve de nova confirmação do Instituto da Sociedade denominada de Jesus, que principia pelas palavras Apostolicum pascendi, e os seus exemplares entregues no Tribunal da Inconfidência. [Lisboa]: na Off. de Miguel Rodrigues, [1765]. Portugal, Torre do Tombo, SP 3547 (3), SP 3559 (10).
  • PORTUGAL. Leis, decretos, etc. – Diploma de S. Magestade fidelíssima em que confirma com a soberana attestação do seu proprio facto… a legalidade, e identidade das cinco profissoens do quarto voto, dos Regulares da Companhia denominada de Jesus, nellas declarados. Lisboa: na Off. de Miguel Rodrigues, 1765. Portugal, Torre do Tombo, SP 3547 (5), SP 3559 (12).
  • PORTUGAL. Procuradoria da Coroa – Petição de recurso do Procurador da Coroa a S. Magestade Fidelissima sobre a clandestina introdução do Breve Apostolicum pascendi… [Manuscrito]. [Lisboa?]: [s.n.], [1765]. Portugal, Torre do Tombo, SP 2226 (20).
  • PORTUGAL. Real Mesa Censória – Sentença da Real Meza Censoria contra a Pastoral manuscrita e datada de 8 de Novembro…que o bispo de Coimbra D. Miguel da Annunciação espalhou clandestinamente pelos parocos da sua diocese proferida no dia 23 de Dezembro de 1768. Lisboa: Na Officina de Antonio Rodrigues Galhardo, 1768. Portugal, Torre do Tombo,  SP 3547 (6), SP 3542 (14) C.F., SP 3542 (15) C.F., SP 3575 (18).
  • PORTUGAL. Rei (D. José) – [Alvará que penaliza com expulsão de domicílio os inquilinos que colocarem escritos nas casas que habitam]. [Lisboa]: na Regia Officina Typografica, [1771]. Portugal, Torre do Tombo, SP 3567 (79).
  • PORTUGAL. Rei D. José – [Carta de Lei por que Vossa Magestade, conformando-se com as paternaes intenções do mui santo padre Clemente XIV … e acordando o seu real beneplacito e regio auxilio à Bulla que principia : Dominus ac redemptor noster Jesus Christo dada no dia vinte e hum de Julho deste presente anno, que supprimio e extinguio a Companhia … de Jesus…Manda munir com a sua real autoridade a execução das referidas determinações apostolicas em todos os seus reinos….]. Lisboa: Chancellaria Mór da Corte e Reino, 1773. Portugal, Torre do Tombo, SP 3556 (8).
  • PORTUGAL. Rei (D. José) – [Carta de ofício que no dia 7 de Setembro … de 1759 escreveu o secretário de estado D. Luis da Cunha ao…arcebispo de Petra núncio papal ]. [S.l. : s.n., 1759]. Portugal, Torre do Tombo, SP 3558 (33).
  • PORTUGAL. Rei (D. José) – [Carta que S. Magestade Fidelissima dirigio em 3 de Setembro de 1759 ao…Cardeal Patriarca de Lisboa Reformador Geral da Companhia … de Jesus….com o motivo da expulsão …dos regulares da mesma companhia]. [Lisboa: s.n., 1759]. Portugal, Torre do Tombo, SP 3558 (21).
  • PORTUGAL. Rei (D. José) – [Carta que S. Magestade fidelissima dirigio em 6 de Setembro de 1759 ao… Cardial Patriarca de Lisboa para a arrecadação das igrejas, edificios da Casa Professa de S. Roque; dos Collegios evacuados pelos regulares da Companhia expulsos…]. [Lisboa : s.n., 1759]. Portugal, Torre do Tombo, SP 3558 (22).
  • PORTUGAL. Rei (D. José) – [Carta que S. Magestade Fidelissima dirigio em 3 de Setembro de 1759 ao…Cardeal Patriarca de Lisboa Reformador Geral da Companhia … de Jesus….com o motivo da expulsão …dos regulares da mesma companhia]. [Lisboa: s.n., 1759]. Portugal, Torre do Tombo, SP 3558 (21).
  • PORTUGAL. Rei D. José – [Carta régia dirigida ao arcebispo primaz de Braga advertindo-o contra os erros praticados pelos religiosos da Companhia de  Jesus, a fim de que os mesmos sejam impedidos no seu arcebispado]. [Lisboa : s.n., 1759]. Portugal, Torre do Tombo, SP 3558 (16), SP 3548 (12).
  • PORTUGAL. Rei D. José – [Carta régia dirigida ao Santissimo Padre Clemente XIII …del rey fidelissimo sobre o ultimo estado da sociedade denominada de Jesu nestes reinos de Portugal e seus domínios…]. [Lisboa? : s.n., 1759]. Portugal, Torre do Tombo, SP 3558 (18).
  • PORTUGAL. Rei D. José – [Deducçam ou promemoria que ao beatissimo padre Clemente XIII…dirigio a magestade de elrey fidelissimo com a sua carta regia de 20 de Abril de 1759]. [Lisboa: s.n., 1759]. Portugal, Torre do Tombo, SP 3558 (20).
  • PORTUGAL. Rei D. José – [Deducção que o ministro de Sua Magestade Fidelissima deve apresentar a Sua Santidade em resposta dos ultimos officios que lhe passou a Curia de Roma…]. [Lisboa : s.n., 1760]. Portugal, Torre do Tombo, SP 3558 (28).
  • PORTUGAL. Rei D. José – [Instrucção dirigida na data de dez de Fevereiro de 1758 a Francisco de Almada de Mendonça, ministro de Sua Magestade Fidelissima na Curia de Roma , informando-o das desordens que até aquelle tempo haviaõ accumulado os religiosos da Companhia de Jesus….]. [Lisboa: s.n., 1758 ?]. Portugal, Torre do Tombo, SP 3558 (1) a (7) e (9) a (69). SP 3558 (7).
  • PORTUGAL. Rei D. José – [Instrucção que Sua Magestade Fidelissima mandou expedir em 8 de Outubro de 1757 a Francisco de Almada de Mendonça, seu ministro na Curia de Roma sobre as desordens que os religiosos Jesuitas tinhão feito neste reino e no Brasil : para as representar ao Santíssimo Padre Benedicto XIV]. [Lisboa : s.n., 1757?]. Portugal, Torre do Tombo, SP 3558 (6).
  • PORTUGAL. Rei D. José – [Ley por que Vossa Magestade he servido exterminar, proscrever e mandar expulsar dos seus reinos e domínios os religiosos da Companhia denominada de Jesu …]. [Lisboa : s.n., 1759]. Portugal, Torre do Tombo, SP 3558 (23).
  • PORTUGAL. Rei D. José – [Ley porque Vossa Magestade …proibe nos seus reinos e dominios a introducção, retenção e uzo das cartas de confraternidade com os …jezuitas; as profissoens e associaçoens  com elles feitas…mandando sahir para fora dos …seus  reinos…todos os individuos da Companhia…de Jezus que haviam ficado ainda tolerados…pelo beneficio da ley de trez de Setembro  de mil setecentos sincoenta e nove e das ordens a ella posteriores…]. [Lisboa]: Impresso na Officina de Miguel Rodrigues, [1767?]. Portugal, Torre do Tombo, SP 3567 (20), SP 3542 (17) C.F.
  • PORTUGAL. Rei D. José – [Pro-memoria com que Sua Magestade Fidelissima  mandou responder por despacho de 15 de Setembro de 1759 ás copias que o …nuncio Acciaioli havia apresentado ao ..secretario de estado D. Luiz da Cunha…]. [S.l. : s.n., 1759]. Portugal, Torre do Tombo, SP 3558 (36).
  • PORTUGAL. Rei D. José – [Segunda pro-memoria expedida..para ser appresentada ao papa …Nella se trata das applicaçoens dos bens que foraõ sequestrados aos regulares da Companhia denominada de Jesu]. [Lisboa? : s.n., 1760]. Portugal, Torre do Tombo, SP 3558 (26).
  • PORTUGAL. Rei José – [Edital] de Dom Miguel da Ann[uncia]çam b[ispo] de Coimbra conde de Arganil : [ordenando revogação das licenças dos religiosos da Companhia de Jesus e privando os mesmos religiosos de leccionarem cadeiras de  Moral  no Colégio das Artes]. [Manuscrito]. [S.l], [1759?]. Portugal, Torre do Tombo, SP 2226 (8).
  • RIBEIRO, Vítor – A Fundadora da Egreja do Collegio de Santo Antão (da Companhia de Jesus) e a sua sepultura : notícia documental. Coimbra: Impr. da Universidade, 1911. Sep. de: Memorias da Academia das Sciencias, 2a classe, t. XIV, no 1. Portugal, Torre do Tombo, SV 2776 (5).
  • RIBEIRO, Vítor – Bispos portugueses e jesuítas no Japão: cartas de D. Luís Cerqueira Lisboa. Lisboa: Academia das Ciências de Lisboa, 1936. Portugal, Torre do Tombo, SV 2163 (2).
  • SOUSA, Francisco de – Oriente conquistado a Jesu Christo pelos Padres da Companhia de Jesus da Provincia de Goa. Lisboa: na Officina de Valentim da Costa Deslandes, Impressor de Sua Magestade, 1710. Portugal, Torre do Tombo, SP 869, SP 870.
  • VASCONCELOS, Simão de – Crónica da Companhia de Jesus do Estado do Brasil e do que obraram seus filhos n’esta parte do mundo. 2ª ed. correcta e augmentada. Lisboa: Em Casa do Editor A. J. Fernandes Lopes, 1865. Portugal, Torre do Tombo, SV 2908.
  • WICKI, Josef – Die anffange der missionsprokur de Jesuiten in Lissabon bis. Roma: Via dei Penitenzieri, 1971. p.274-322. Portugal, Torre do Tombo, PP 527/96.



quinta-feira, 5 de outubro de 2017










A Maçonaria e a Carbonária na implantação da República










Uma homenagem à população de Lisboa que aderiu ao movimento revolucionário republicano de Outubro de 1910






Simões Raposo em romagem ao túmulo de
António José de Almeida
17 de Julho e 1934

Recordamos José Simões Raposo e o seu contributo para a história da revolução























         


terça-feira, 3 de outubro de 2017






O casal  Ricon Peres
Estive hoje no gabinete do Dr. Emílio Ricon Peres e como habitualmente vim enriquecido. Sempre gentil ofereceu-me o livro "Obras de João Penha - Edição Critica e Estudo" de Elsa Pereira.
Estive a consultar as inúmeras raridades que tem vindo incansavelmente a juntar, e voltámos a rever 
o importante documento que adquiriu do espólio de Luís Derouet - o decreto  de demissão do Governo, com a data de 8 de Dezembro de 1917, assinado por Bernardino Machado e Norton de Matos, e que não chegou a ser impresso no Diário de Governo.