sexta-feira, 9 de abril de 2010





9 de Abril
Dia do Combatente

O que existe de mais significativo e relevante, no "fundo particular" do MUSEU BERNARDINO MACHADO, sobre a Primeira Guerra Mundial, foi publicado em dois volumes.


Quando se deu a batalha de La Lys, durante o "Sidonismo", Bernardino Machado estava exilado em Paris. No dia seguinte enviou um telegrama para o General Tamagnini:


Durante a segunda Presidência da República, Bernardino Machado esteve presente nas comemorações do 9 de Abril


Bernardino Machado colocando, na Camâra Municipal de Lisboa, no dia 9 de Abril de 1926, as insignias da Torre e Espada na bandeira da Cruz Vermelha.





quinta-feira, 8 de abril de 2010







Uma magnífica caricatura de Bernardino Machado feita por Álvaro Cebreiro







Caricatura de Álvaro Cebreiro, exposta no Museu de Belas Artes da Coruña


(Tempera e tinta - Papel - 398x298)



Reproduzimos uma nota sobre Álvaro Cebreiro, do portal do MUSEU do HUMOR - Concello de Fene (Casa da Cultura de Fene) - Ferrol

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Cebreiro estabeleceu relações muito amistosas com Bernardino Machado e sua família, quando do primeiro exílio na Galiza. A estada de Bernardino Machado em Paris, a seguir à sua saida da Corunha, coincidiu com o estágio de Cebreiro naquela cidade, intensificando a amizade. Em Paris Cebreiro conviveu com os artistas da época, em especial com o pintor japonês Fougita (Março de 1928 a Agosto de 1929).
As cartas de Bernardino Machado para Cebreiro, como aliás o seu espólio, estão publicadas nas "Actas do IV Symposio Internacional Luso-Galaico de Filosofia", que se realizou em Santiago de Compostela, de 28 a 29 de Novembro de 2002, e constam da comunicação de Humberto Busto Abella - "Epistolario português de Álvaro Cebreiro: o presidente Machado".

No Museu Bernardino Machado encontra-se a correspondência, muito interessante, escrita por Cebreiro para Bernardino Machado e para sua filha Elzira, além de fotografias de Paris, que iremos dar a conhecer.

Recordo que o livro de Plácido Ramón Castro del Rio, editado em 1927 e intitulado "La saudade y el arte en los pueblos célticos", é dedicado a Bernardino Machado e a Álvaro Cebreiro.


quarta-feira, 7 de abril de 2010





Bernardino Machado na Galiza, durante o segundo exílio

Bernardino Machado, durante o segundo exílio, residiu na Galiza de Fevereiro a Julho de 1927 (Vigo e Corunha) e, mais tarde, de Setembro de 1932 a Novembro de 1935 (Vigo, La Guardia e Corunha).
Ficou muito marcado o seu convívio com os políticos, escritores e artistas galegos. O MUSEU BERNARDINO MACHADO de Famalicão tem correspondência e fotografias, referentes a este período, do espólio entregue pela Família Machado Sá Marques.








Para ler o texto fazer duplo clique sobre a imagem





terça-feira, 6 de abril de 2010







Manifestos Políticos de Bernardino Machado

Temos vindo a reproduzir os Manifestos Políticos de Bernardino Machado, escritos entre 1927 e 1940. Embora já editados, achámos justificada a reimpressão por possuirmos os originais corrigidos.

Do extenso manifesto "O Militarismo", escrito logo após o começo do exílio, só vamos digitalizar as primeiras e últimas das 155 páginas. Mas, por considerarmos este manifesto um contributo indispensável para a compreensão do aparecimento da ditadura, estamos disponíveis para enviar fotocópia do livro a quem o desejar; basta que nos envie o seu pedido, por correio electrónico manuelsamarques@sapo.pt.

"O Militarismo" foi escrito e editado, não em Cambô-les-Bans, como é referido na obra de A. H. Oliveira Marques, mas na Corunha, de onde Bernardino Machado se retirou pouco tempo depois da impressão do livro, após "pressões" do governo ditatorial de Primo de Rivera. Como os exemplares oferecidos a familiares e amigos, foram enviados pelo correio, já quando Bernardino Machado tinha saído da Corunha, a dedicatória é escrita e datada de Cambô, o que teria originado aquela referência de Oliveira Marques.



No trabalho apresentado no Seminário de Estudos Galegos - Santiago de Compostela - Conselho de Cultura Galega (2007), intitulado "Ánxel Casal - Um Editor por un país - Catálogos da Lar e Nós", coordenado por Alfonso Mato, é citado o livro: "O Militarismo/Bernardino Machado - (A Cruña - Lar) - 1927".

Aliás, Álvaro de las Casas conta-nos no jornal "El Pueblo Gallego" de 21 de Setembro de 1934, a entrevista que fez ao editor e político galego: "Recuerdo ahora - dice Casal - una tarde en que nos apareció por alli don Bernardino Machado con Villar Ponte, Cebreiro y Fernando Osório. Queria que le editásemos su obra "O Militarismo" que nadie se atrevia a imprimir. Corrimos gozosos la aventura, el libro fue impresso a espaldas de la policia e introducida toda la edición en Portugal."



No "Portal Galego da Língua", de 15 de Maio de 2006, podemos ler o artigo "De cãnones e canões: Lugrís, Cebreiro e Bernardino Machado con Fernando Osório ao fundo", onde se diz: "O Militarismo é um livro de coleccionista. Não só pola qualidade e autoridade moraldo autor, senão pola indubitável fasquia da impressão de Casal. Tiragem (feita em plena ditadura de Primo de Rivera, e sob controlo policial) de um volume político redigido em português. A que seguiu uma aventura clandestina, em que estãoenvoltos destacados vultos do galeguismo e da oposição democrática portuguesa com aue se passou em contrabando o livro para Portugal. Se na impressão estiveram implicados Carré, Casal, Cebreiro Vilar Ponte e Fernando Osório, no traslado e escamoteio fronteiriço andaram (como já narrou Antón Capelán) Blanco Torres e o mesmíssimo Manoel António, como piloto da embarcação que passou os pacotes."

É neste artigo do "Portal Galego da Língua" que vem uma fotografia onde Bernardino Machado tem ao seu lado direito, a contar da esquerda, as filhas Jerónima e Elzira, Cebreiro e Vilar Ponte.







domingo, 4 de abril de 2010





No portal da Sociedade de Geografia de Lisboa encontramos, na Galeria dos Actuais Presidentes Honorários, o quadro de Bernardino Machado, que reproduzimos, com a devida vénia.








sábado, 3 de abril de 2010






As intervenções públicas de Bernardino Machado, o pedagogo da República, durante a propaganda republicana







Ao consultar o sítio do "Círculo Cultural Scalabitano", encontrei um interessante artigo, intitulado "Evocação do Centenário do Grémio Literário Guilherme Azevedo" (de que não consegui identificar o autor), que refere a ida a Santarém de Bernardino Machado, a convite da Associação de Empregados de Comércio, no dia 17 de Julho de 1904. Aí se refere: - "Nesta ocasião João Arruda rendeu-se ao republicanismo - no seu jornal são três longas páginas dedicadas a esta visita. Bernardino Machado chegou no combóio das 2h 23m; era esperado por Manuel António das Neves. Fernão Pires, António Oliveira e Manuel Maria Oliveira. A Fanfarra Infantil de Alcanhões recebeu este dirigente do Partido Republicano com o hino dos Caixeiros. Houve vibrantes e entusiásticas saudações e estalaram girândolas de foguetes. Em landau, dirigiram-se para a sede da Associação de Empregados no Comércio que ficava na Rua de Luís de Camões (nº. 16). Na sede e no jantar, que se realizou no Hotel Duarte, houve discursos. Depois do jantar, ao champagne, houve brindes, nomeadamente ao Partido Republicano. À noite, no Teatro Rosa Damasceno, José Montez como filho da terra, falou em nome dos Empregados no Comércio e Bernardino Machado proferiu uma conferência. Houve vivas à República Portuguesa, ao Dr. Afonso Costa, à liberdade e à causa dos caixeiros. A Associação publicou um número único com o título: «Préstimo de homenagem da Associação dos Empregados no Comércio de Santarém, ao ilustre publicista e erudito professor Bernardino Machado». Esta publicação possui artigos de Mayer Garção, José Montez, Avelino de Sousa e João Arruda escreveu «Uma visita às lezírias do Tejo».







O jornal "Vanguarda" dá notícia desta visita de Bernardino Machado:

Para leitura, fazer duplo clique, sucessivamente, sobre as imagens


Do livro de Bernardino Machado - "Da Monarquia para a República", reproduzimos a conferência proferida no Teatro de Santarém







sexta-feira, 2 de abril de 2010






Os Postais da Primeira República

No Museu Bernardino Machado - Famalicão - encontram-se muitos postais referentes à primeira República, a maioria com a figura de Bernardino Machado, dos álbuns doados pela Família Machado Sá Marques.


O interessante livro do Professor Doutor António Ventura - Os Postais da Primeira República







quinta-feira, 1 de abril de 2010






A mulher e a política

Uma carta de Bernardino Machado para umas das suas filhas

Para leitura, fazer duplo clique



Carta de Bernardino Machado para a filha Joaquina, que o acompanhou, com a irmã Elzira, durante a estada no Rio de Janeiro (1912/1914), onde criou a 1ª Embaixada de Portugal no Brasil

Bernardino Machado, na Embaixada de Portugal no Rio de Janeiro, tendo à sua direita a filha Joaquina e à esquerda a filha Elzira.


Notícias da partida para o Rio de Janeiro

Da Ilustração Portuguesa, nº 332, de 1 de Julho de 1912




Da revista Brasil-Portugal, nº 323, de 1 de Julho de 1912



Notícias da chegada a Lisboa

Da Ilustração Portuguesa, nº 416, de 9 de Fevereiro de 1914


Da revista Ocidente