quarta-feira, 6 de novembro de 2013




Bernardino Machado, após a eclosão da 2. ª Grande Guerra, residiu em Tours, durante os meses de Setembro e Outubro de 1939, fixando-se depois em Biarritz, até regressar a Portugal (26 de Junho de 1940); em Tours habitou o Hotel Cormillot, e em Biarritz o Hotel Emília.


Em 25 de Setembro de 1939 redige uma Declaração em nome dos republicanos  portugueses emigrados em França, que é entregue  na Legação Portuguesa em Paris por Agatão Lança e Jaime de Morais.


 







Correspondência trocada entre Bernardino Machado e Jaime de Morais entre Setembro de 1939 e Abril de 1940, arquivada no Museu Bernardino Machado - Famalicão




 



















 





















 



 





















































domingo, 3 de novembro de 2013




Saudações afectuosas e de gratidão para o Museu Bernardino Machado!


A propósito da carta de Bernardino Machado, escrita na antevéspera da oração inaugural do ano lectivo de 1904/5, recitada na sala grande dos actos da Universidade de Coimbra - "A Universidade a Nação".







Meu querido Am.
Devolvo o livro. M.º Ob.º
Peço o favor de recommendar sigillo aos typographos e dispor que a venda no domingo se não faça antes da nossa sahida da sala dos capellos.
       Cordialm.
                                                     Todo seu
                                                   B. Machado
s.c.
14-10-904






A oração proferida  no dia 16 de Outubro de 1904 (domingo), na sala dos actos grandes da Universidade de Coimbra, antes de ser impressa como separata pela Imprensa da Universidade, foi editada em folheto para ser vendido por 40 reis, sendo o produto recolhido destinado à Creche de Coimbra.

 


 


 

 





Do prólogo do Tomo 1 - Pedagogia - das Obras de Bernardino Machado, escrito pelo Professor Doutor Norberto Ferreira da Cunha, transcrevemos o capítulo "A Universidade e a Nação (1904)

 

 






sexta-feira, 1 de novembro de 2013





Um apertado abraço de gratidão para o Dr. Emílio Ricon Peres, que cordialmente me tem disponibilizado a sua excelente biblioteca.

A propósito do folheto "Sociedade Portuguesa da Cruz Vermelha  -  Relatório apresentado à Comissão Central sobre os serviços prestados nos dias 14, 15 e 16 de Maio em Lisboa e Porto", que acabámos de ler,  registamos algumas notas e iconografia referente ao movimento revolucionário que levou ao derrube do governo de Pimenta de Castro e à actividade da Cruz Vermelha Portuguesa durante a 1.ª República.




 
                                                                             
O relatório refere-se aos "serviços prestados pelas Ambulâncias n.º 1 e 2  de Lisboa, conjuntamente com os seus aliados Bombeiros Voluntários Lisbonenses, durante a revolução constitucional, iniciada na madrugada de 14 de Maio de 1915".
No dizer de Júlio Dantas, "um acto revolucionário mais impetuoso e mais sangrento que o 5 de Outubro", e que terminou com 102 mortos e 250 feridos graves.






Da Ilustração Portuguesa




 

 




Documentos retirados do portal da Fundação Mário Soares  -  Casa Comum

 
O Presidente Bernardino Machado, na Câmara Municipal de Lisboa, durante o seu segundo mandato (1925-1926), impõe a insígnia de Grande-Oficial de Cristo na bandeira da Sociedade Portuguesa da Cruz Vermelha, por ocasião das comemorações do 9 de Abril.