terça-feira, 15 de maio de 2012
segunda-feira, 14 de maio de 2012
Dia dos Museus
18 de Maio de 2012
Visitas guiadas à exposição do Museu
Data: 18 de Maio de 2012
Horário: 10h00 às 17h00
Entrada gratuita
Local: Museu Bernardino Machado
Música no Museu Bernardino Machado

Organização: Arte 90
Data: 18 de Maio de 2012
Horário: A partir das 23h00
Entrada só com convite
Local: Museu Bernardino Machado
Receção aos convidados pelos alunos da ArtEduca:
- António Ferrão
- Diogo Santos
- Luís Azevedo
Data: 19 de Maio de 2012
Horário: 21h00
Local: Museu Bernardino Machado
Conferência: MUDEM-ME! Museus Desesperadamente Em Mudança - Metodologias a Explorar
Conferencista: Mestre Paula Menino Homem
Data: 19 de Maio de 2012
Horário: 21h30
Local: Museu Bernardino Machado
Entrada gratuita
Museu Bernardino Machado
Rua Adriano Pinto Basto, n.º 79
4760-114 Vila Nova de Famalicão
Telef. 252 377 733
E-mail: museu@bernardinomachado.org
Rede Municipal de Museus de Vila Nova de Famalicão
Consultar programação - pdf download
domingo, 13 de maio de 2012
Luis Morote
Busto de Luis Morote, onde está inscrito: "La Muy Noble y Muy Leal Ciudad del Real de Las Palmas de Gran Canaria al diputado a Cortes Luis Morote Greus (1862.1913)"
A Rita e o Lino, dois fiéis leitores do meu blogue, podem ficar a conhecer melhor quem foi Luis Morote y Greus, escritor, jornalista e político do movimento regeneracionista espanhol, clicando aqui para ter acesso à enciclopédia WIKIPEDIA.
Luis Morote entrevistou Bernardino Machado, para o jornal Heraldo de Madrid, durante a ditadura de João Franco e depois do atentado a D. Carlos. Estas entrevistas já referidas no meu blogue de 13 de Julho de 2009, podem ser lidas, na íntegra, nas páginas do Heraldo de Madrid, digitalizadas pela Hemeroteca Digital da Biblioteca Nacional de Espanha, a primeira clicando aqui e aqui e a feita em Fevereiro de 1908 clicando aqui.
sábado, 12 de maio de 2012
Luis Morote
Bernardino Machado e
Luis Morote na redação do jornal "O Mundo"
Nos blogues de 13 de Julho e 17 de Dezembro de 2009 transcrevemos as entrevistas que Luis Morote fez a Bernardino Machado, durante a ditadura de João Franco, e fizemos referência ao livro "De la Dictadura á la República"
Nos blogues de 13 de Julho e 17 de Dezembro de 2009 transcrevemos as entrevistas que Luis Morote fez a Bernardino Machado, durante a ditadura de João Franco, e fizemos referência ao livro "De la Dictadura á la República"
Neste livro, Luis Morote ao analisar a entrevista do jornalista francês M. Galtier, do "Le Temps", a D. Carlos, recorda a que ele fez a El-Rei em 1904, durante o governo de Hintz Ribeiro:
É interessante o capítulo do livro "El rey y "Le Temps"
sexta-feira, 11 de maio de 2012
Para o Dr. Artur Sá da Costa, com um apertado e já saudoso abraço!
Luis Morote
Estive a reler o catálogo da exposição documental - "Bernardino Machado: afectos e cumplicidades", bela publicação editada em 2005 pela Câmara Municipal de Vila Nova de Famalicão/Museu Bernardino Machado, quando das comemorações de 800 anos de atribuição do Foral de D. Sancho I, dos 170 anos de fundação do concelho e dos 20 anos de elevação de Vila Nova de Famalicão.
Reproduzo do catálogo as duas interessantes cartas de Bernardo Pindela (Conde de Arnoso) para Bernardino Machado.
Encontrei a entrevista que Luis Morote fez a D. Carlos, no sítio da Hemeroteca Digital-Biblioteca Nacional (Espanha) - aqui . O texto da entrevista ocupa quase toda a primeira página do Heraldo de Madrid de 29 de Agosto de 1904, e esclarece-nos como Luis Morote a conseguiu e a forma como decorreu.
Conde Arnoso
Real Paço da Pena, 25 de Agosto 904
Querido Bernardino
S.M. El-Rei, meu Augusto Amo, recebe amanhã,
como desejas, o teu amigo D. Luis Morote.
Ainda bem, nem outra cousa podia acontecer,
que levaste de d'El-Rei as melhores recordações.
Cautela não te façam alguma busca e os
correligionários te não vão dar por suspeito.
Sempre teu velho e g.to am.o
Bernardo
Real Cidadela de Cascais, 21 Dez. 1904
Querido Bernardino
Faz-me gosto ver que nunca me esqueces, nem
quando pontificas com os olhos postos no teu
novo ideal.
Sempre teu do c(oração)
Bernardo
El jueves, en el primer rápido que sale para Cascaes, me encaminaba yo en busca del secretario del Rey, señor conde d’ Arnoso. No han de presumir mis lectores, por mucho que discurran, qué talismán me abrió las puertas de la amistad en el ánimo del muy simpático conde. El hecho es elocuentemente demonstrativo del gran adelanto en los costumbres de Portugal, de como los partidos, sin menoscubro de sus convicciones, lucham por las ideas com energia: pero en palenque noble, cortés y altamente civilizador.
Mi carta de presentación para el conde d’Arnoso era del doctor Bernardino Machado, el republicano de más fusto y de mayor representación hoy en Portugal y en esa carta me recomendaba en términos laudatórios para el Heraldo y para mi, solicitando la entrevista mia com el Rey, diciendo de D. Carlos cosas sumamente amables, no en tono cortesano, naturalmente; pero sí de un amigo que siente verse privado do tratar al que contnúa apreciando, no obstante los abismos de la posicion y de los ideales.
En eso iba yo pensando, en el grado de civilización y de cultura que eso hecho elocuente atestigua, cuando en Monte-Estoril subió al mismo vagón el ministro de España. Iba el Sr. Polo de Bernabé á procurarme la audiência, y no le agradeceré nunca bastante al distinguido diplomático el interés verdadero, el empeño vehementisimo, com que tomo mi causa. El êxito fué completo, y eso que la empresa no era fácil, pues el Rey D. Carlos se há negado siempre á recibir periodistas de otros países. Cien vezes se estrellaram contra su negativa los corresponsales extranjeros, franceses, ingleses, yanquis. Y se explica muy bien la resistência, dados sus deberes de Monarca constitucional, al que se le pretendia confesar sobre politica. De politica no habla ni en Palácio ni en la intimidad. Los ministros gobiernan hasta que llega el caso de ejercitar el Poder moderador.
Y bendecia yo la feliz circunstancia de que el Sr. Polo de Bernabé no se haya marchado aún á su nueva Embajada en el Quirinal. Em Roma, solitária, desierta en estes meses, no tendria à quien presentar sus credenciais, y en cambio aqui presta eminentes servicios – no habla solo mi egoísmo y mi agradecimiento -, terminado asuntos pendientes, de verdadera utilidad á nuestra pátria.
Hablando hablando com el ministro de España. Llegamos á la lindísima mansión, de puro eestilo português, hecha por el mismo, puesto que es notabilisimo ingeniero militar, el conde d’ Arnoso. El secretario del Rey tiene lo que en terminos vulgares, pero muy castizos y españoles, se llama angel. Nos hablamos, previa la entrega de la carta de Machado, cual si nos hubieramos connocido toda la vida.
El conde d’ Arnoso subió á su coche; se dirigió á Cintra; habló com el Rey, Antes de llegar yo á Lisboa ténia un telegrama en que el Sr. Polo de Bernabé me decia: “ Su Majesta el Rey le recibirá el viernes, á la una de la tarde, en el palácio das Necessidades. Pregunte usted por el conde d’ Arnoso, que hará la presentación.”
Y ninguna formalidad ni sollennidad más. Quién habla de etiqueta, de difícil acceso á la câmara regia? Ni más ni menos que si el Paço das Necessidades fuese la Casa Blanca. Asi, y no com tanta rapidez, vi el 97 á Mac-Kiney, en su residência de Washington.
*************************
Y como yo no he hablado com el Rey de politica – me lo vedaba su terminante y enérgica prohibición en casos anteriores y com otros corresponsalos -, no puedo juzgar al politico que encarna y representa todo jefe de Estado, qualquiera que sean las ficciones constitucionales. Queda eso al fallo de la nación y de la prosteridad, diciendo com timidez mi parecer en dos palabras: seria injusto atribuir a un Monarca en el regímen representativo tan decisivo papel como le atrbuyen amigos y adversários, ya sea para el bien, ya sea para el mal.
En esta entrevista he presentado al hombre, a D. Carlos, que es un Rey de afecto, de cordialidad, de simpatia, de sugestión. Eso le reconecen todos, eso lo expresó en su carta el doctor Bernardino Machado.
Luis Morote
terça-feira, 8 de maio de 2012
Manuel da Silva Mendes e Bernardino Machado
Com este título, o Dr. Amadeu Gonçalves publicou uma carta do famalicense Manuel da Silva Mendes para Bernardino Machado, no seu blogue - dopresente - clicar aqui .
"Manuel da Silva Mendes (1876-1931) foi um dos intelectuais mais representativos da história de Macau, no primeiro quartel do século XX. Espírito multifacetado, professor e reitor do Liceu, advogado, juíz, presidente do Leal Senado, teve ainda tempo para se dedicar ao estudo da filosofia taoista e para se embrenhar nos exigentes meandros da arte chinesa, como erudito e coleccionador. A sua valiosíssima colecção particular constitui o espólio mais significativo do desaparecido Museu Luís de Camões" (Do blogue "Macau Antigo" - clicar aqui
domingo, 6 de maio de 2012
quarta-feira, 2 de maio de 2012
terça-feira, 1 de maio de 2012
Bernardino Machado e o 1º de Maio
No 1º de Maio de 1908, Bernardino Machado prestou homenagem a Ernesto Silva, tipógrafo na Imprensa Nacional, um dos mais cultos propagandistas do movimento operário, jornalista, conferencista e militante do Partido Socialista Português.

Ernesto Silva e notícia da romagem na Ilustração Portuguesa de 11.5.1908
No 1º de Maio de 1909 no Centro Bernardino Machado de Alcantara, homenageou a vereação republicana de Lisboa:
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Do blogue "Almanaque Republicano" - clicar aqui - tomamos a liberdade de reproduzir um video sobre "Os portugueses que com bateram em França na guerra de 1914-1918", que terá sido feito por um português emigrado naquele país.
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